O acidente vascular cerebral (AVC) é uma doença caracterizada por um déficit neurológico (diminuição da função) decorrente de uma interrupção da circulação cerebral ou de hemorragia.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Sinais de Alerta
Sinais de Alerta
Aprenda a reconhecer o AVC porque tempo perdido é cérebro perdido.
Início súbito de qualquer dos sintomas abaixo:
Fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;
Confusão, alteração da fala ou compreensão;
Alteração na visão (em um ou ambos os olhos)
Alteração do equilíbrio, coordenação , tontura ou alteração no andar;
Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente
Se você ou alguém que você conhece estiver com um destes sintomas – NÃO ESPERE MELHORAR!!! CORRA!!! Cada segundo é importante.
LIGUE imediatamente para o número 192 (SAMU), ou para o serviço de ambulância de emergência da sua cidade, para que possam enviar o atendimento a você.
Outro dado importante é observar / checar / anotar a hora em que os primeiros sintomas apareceram. Se houver rapidez no atendimento do AVC, até 4,5 horas do início dos sintomas um medicamento que dissolve o coágulo pode ser dado aos pacientes com AVC isquêmico, o tipo mais comum de AVC, diminuindo a chance de sequelas.
esquema-sintomas
http://www.redebrasilavc.org.br/para-pacientes-e-falimiares/sinais-de-alerta/
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Potássio protege mullheres contra AVC
Consumir alimentos ricos em potassio, como banana e feijão, ajudam a proteger mulheres contra um possivel AVC, segundo pesquisa feita pelo Albert Einstein College of Medicine, nos Estados Unidos, A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de pelo menos 3.500 miligramas de potássio por dia. As participantes do estudo, porém, ingeriam, em média, 2 600 miligramas do nutriente diariamente. Em 100 gramas de banana prata ou de extrato de tomate, é possível obter 358 miligramas e 680 miligramas de potássio, respectivamente.
Leia mais em:http://www.redebrasilavc.org.br/potassio-protege-mulheres-contra-avc-diz-pesquisa/
Esporte na recuperação de AVC
Esporte ajuda na recuperação de quem sofreu um AVC, mais em:
http://www.redebrasilavc.org.br/o-esporte-ajuda-na-recuperacao-de-um-avc/
http://www.redebrasilavc.org.br/o-esporte-ajuda-na-recuperacao-de-um-avc/
lapsos de memória
Quem teve um AVC pode sofrer com lapsos de memória (eu tenho esporadicamente) porém uma pesquisa efetuada pela Universidade de Roterdâ/Holanda, chegou a conclusão que o lapso de memória em quem nunca sofreu um AVC pode ser um forte indicativo que o individuo sofrerá um AVC no futuro.
Leia mais em:http://www.redebrasilavc.org.br/sofre-com-lapsos-de-memori…/
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
minimizar sequelas
AVC: pacientes podem minimizar sequelas da doença
Tratamento pode ajudar a recuperar movimentos, fala e superar dificuldades
POR CAROLINA SERPEJANTE - PUBLICADO EM 11/07/2013
JÁ AJUDOU 671 PESSOAS
Quem passou por um AVC hemorrágico ou por um AVC isquêmico precisa invariavelmente conviver com as sequelas decorrentes deste quadro clínico. Elas são as consequências das lesões sofridas pelo cérebro em função do AVC. "O derrame cerebral acontece quando as células do cérebro não recebem irrigação de sangue suficiente ou quando uma hemorragia atinge essas células, afetando diversos processos do nosso corpo", explica o neurologista André Felicio, de São Paulo. "Quando os mecanismos compensatórios não são suficientes para suprir a morte dos neurônios e as células do entorno não são capazes de assumir as funções deficientes, ocorre a sequela."
A recuperação após o AVC vai depender de fatores como a área afetada e o tamanho da lesão. "Nós nunca trabalhamos com a cura total de uma sequela, mas sim com a reabilitação, de forma que paciente se torne independente para realizar suas atividades sozinho da forma que for", declara o fisiatra Sílvio Oliveira, especialista em atendimento a pacientes que sofreram AVC, da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação. Quando se trata de um derrame, é importante ter em mente que a recuperação do paciente tem um limite, nunca será 100% - mas é possível estimulá-lo para que fique cada vez mais próximo da normalidade. Veja a lista das sequelas mais comuns após um AVC e como tratar cada dificuldade:
A recuperação após o AVC vai depender de fatores como a área afetada e o tamanho da lesão. "Nós nunca trabalhamos com a cura total de uma sequela, mas sim com a reabilitação, de forma que paciente se torne independente para realizar suas atividades sozinho da forma que for", declara o fisiatra Sílvio Oliveira, especialista em atendimento a pacientes que sofreram AVC, da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação. Quando se trata de um derrame, é importante ter em mente que a recuperação do paciente tem um limite, nunca será 100% - mas é possível estimulá-lo para que fique cada vez mais próximo da normalidade. Veja a lista das sequelas mais comuns após um AVC e como tratar cada dificuldade:
Paralisias
A área mais afetada pelo AVC é aquela responsável pelos movimentos do nosso corpo, sendo o lado esquerdo do cérebro responsável pelos movimentos do lado direito e vice-versa. Por isso, é comum os pacientes passarem os primeiros dias após o AVC com um dos lados do corpo paralisados, e mesmo com a recuperação alguns têm a movimentação limitada. "É importante ter em mente que esses danos melhoram com o tempo, e é importante o estímulo para ter uma melhora ainda mais rápida", afirma o neurologista João José Freitas de Carvalho, da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e chefe da Unidade de AVC do Hospital Geral de Fortaleza. Pensando nisso, é essencial que o paciente não passe todo o tempo deitado, mesmo em sua estadia no hospital. "Durante a internação é preciso ter cuidado com as posturas do paciente, com a orientação de um fisioterapeuta, e cuidar para que ele se movimente", explica o fisiatra Sílvio Oliveira, especialista em atendimento a pacientes que sofreram AVC da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação.
Quando o paciente não correr mais risco de vida e receber alta no hospital, é essencial reinseri-lo em atividades que eram próprias de seu cotidiano, a fim de que ele possa trabalhar suas habilidades motoras com algo que seja familiar. "Trabalhar com movimentos que são mais fáceis de ser acionados pela memória do indivíduo acelera o processo de recuperação", diz a terapeuta ocupacional Carolina Vasconcelos, coordenadora da Terapia Ocupacional da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR).
A prática de exercícios também é uma forma de estimular os movimentos do paciente, recuperando a paralisia. "Se o paciente não se mexe, vai precisar de exercício passivo (quando algum profissional movimenta o indivíduo) e treino de equilíbrio, caso o paciente não consiga manter a postura sozinho", afirma o fisiatra Sílvio. Caso ele consiga se movimentar, a orientação é fazer exercícios aeróbicos, com o acompanhamento de um profissional. O paciente nunca pode parar de fazer exercício, mesmo em casa, afirma o fisiatra Sílvio. "Se ele consegue fazer algum nível de exercício sozinho, ele é orientado a fazer, seja com adaptações, dentro da água ou até mesmo na academia."
Quando o paciente não correr mais risco de vida e receber alta no hospital, é essencial reinseri-lo em atividades que eram próprias de seu cotidiano, a fim de que ele possa trabalhar suas habilidades motoras com algo que seja familiar. "Trabalhar com movimentos que são mais fáceis de ser acionados pela memória do indivíduo acelera o processo de recuperação", diz a terapeuta ocupacional Carolina Vasconcelos, coordenadora da Terapia Ocupacional da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR).
A prática de exercícios também é uma forma de estimular os movimentos do paciente, recuperando a paralisia. "Se o paciente não se mexe, vai precisar de exercício passivo (quando algum profissional movimenta o indivíduo) e treino de equilíbrio, caso o paciente não consiga manter a postura sozinho", afirma o fisiatra Sílvio. Caso ele consiga se movimentar, a orientação é fazer exercícios aeróbicos, com o acompanhamento de um profissional. O paciente nunca pode parar de fazer exercício, mesmo em casa, afirma o fisiatra Sílvio. "Se ele consegue fazer algum nível de exercício sozinho, ele é orientado a fazer, seja com adaptações, dentro da água ou até mesmo na academia."
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Como prometi aqui está o livro Tratado de Neurologia - Academia Brasileira de Neurologia que apresenta o conteúdo referente a especialidade condizente com a nossa realidade.
Nhttp://issuu.com/elsevier_saude/docs/abn-e-sample-a/45?e=0/3613172
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
#2minutoscontrao AVC
Leve 2 minutos para relatar sua história com o AVC quer voce tenha sofrido um ou testemunhado uma pessoa da familia ou amigos que tenha sofrido o evento, conte sua experiência e compartilhe com outras pessoas. Acesse o link http://www.redebrasilavc.org.br/2minutos/ e mãos a obra.
Jogos Eletrônicos e Recuperação de AVC
Se você assistiu o JORNAL HOJE da Rede Globo (21/11/2014), viu uma reportagem sobre uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que alia jogos eletrônicos e recuperação de pacientes com sequelas de AVC, o mais interessante nesta é que estímulos e outros aprendizados não só recupera como previne o evento. A pesquisa criou um programa de computador que o paciente diante da tela tentam criar os movimentos que o jogo exige, com isso os músculos dos braços e das mãos começam a recuperar a flexibilidade o resultado do estimulo obriga o cérebro a criar novos caminhos e com isso recuperar os movimentos perdidos pelo evento sofrido.
Leia mais em http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/11/jogos-ajudam-na-recuperacao-de-pacientes-que-tiveram-avc.html
Leia mais em http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/11/jogos-ajudam-na-recuperacao-de-pacientes-que-tiveram-avc.html
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Médico falam da Campana Mundia do AVC
Semana mundial de combste ao Avc, entrevisa com Drª Carla Moro,
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/rbs-noticias/videos/t/joinville/v/hospital-oferece-exames-na-semana-mundial-do-avc/2918700/
Dr. Alexandre Longo falando da semana mundial do AVC
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/jornal-do-almoco/videos/t/joinville/v/campanha-alerta-para-riscos-do-avc/2918350/
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/rbs-noticias/videos/t/joinville/v/hospital-oferece-exames-na-semana-mundial-do-avc/2918700/
Dr. Alexandre Longo falando da semana mundial do AVC
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/jornal-do-almoco/videos/t/joinville/v/campanha-alerta-para-riscos-do-avc/2918350/
#2minutoscontraoavc
entre no site da Rede Brasil AVC e participe da campanha #2minutoscontraoAvc, |Participe, compartilhe, comente quanto mais divulgado for, maior será a positividade da campanha
Leia mais em; http://www.redebrasilavc.org.br/2minutos/
Leia mais em; http://www.redebrasilavc.org.br/2minutos/
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Brasileiros subestimam o AVC
Apesar de ser a segunda causa de morte no mundo, brasileiros desconhecem o AVC, ignoram a ameaça que a doença representa, não sabem reconhecer os sinais e muito menos socorrer uma pessoa que esta sofrendo o evento.Em uma pesquisa de opinião patrocinada pela Cavidien e Associação Mundial de Saúde, ficou claro que deve ser reforçado ações de esclarecimento junto a população brasileira, pois 18% da população dizem saber que uma a cada seis pessoas sofrerão um AVC e 13% que as mulheres são as mais propensas a sofrer um acidente vascular cerebral.
Isto ocorre por falta de politicas publicas pelo descaso das autoridades com a saúde no Brasil, é fundamental que a população seja informada por campanhas de esclarecimento poi sabemos que saber reconhecer os sintomas e socorrer imediatamente a vitima pode salvar-lhe a vida e evitar sequelas mais severas, também enfatizar nestas campanhas que o AVC pode ser evitados com ações simples, como, alimentação saudável, evitar o colesterol alto, diabetes, estrese, etc...
Sabemos que mais de 17 milhões de pessoas sofrem um AVC a cada ano, é fundamental que as autoridades de saúde do Brasil se concientizem da gravidade e prevenção da doença. Segundo Dr. Stephen Davis, presidente da World Stroke Organization. “O cuidado preventivo e o conhecimento são as ferramentas essenciais para combater o impacto do acidente vascular cerebral.”, Esta parceria entre a World Stroke Organizatione e a empresa Cavidien incluem pesquisa e o compromisso de lançar uma 2ª campanha global no dia Mundial do AVC, denominada ''2 minutos contra o AVC' que se concentra no que pode ser feito em 2 minutos para salvar uma vida. ainda segundo o Dr. Stephen Davis 'Mais de 17 milhões de pessoas sofrem um AVC a cada ano, e é por isso que estamos chamando atenção para uma ação imediata em todo o mundo para tratar a epidemia do acidente vascular cerebral” fato endossada pelo Dr. Rodrigo Meirelles Massaud, neurologista do Hospital Albert Einstein. “O acidente vascular cerebral é a segunda principal causa de morte no mundo e no Brasil. Todos podem ser úteis para salvar uma vida, se souberem o que fazer". Os participantes de todo o mundo são incentivados a visitar o site take2forstroke.com.br para saber mais sobre o AVC e inspirar outros a fazerem o mesmo. Ao usar a hashtag #2MinutosContraoAVC, as pessoas poderão compartilhar suas histórias relacionadas ao AVC por meio de vídeo e fotografias em seus sites preferidos de mídia sócia
É muito Benvinda a iniciativa da empresa Cavidien são atitudes assim que fazem um mundo melhor, já que as autoridades insistem em ignorar este problema, não vejo no Brasil, no meu estado nenhuma politica de ação neste sentido, o que é lamentável e frustante.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Eu sou mulher: o AVC me afeta
De 2 em 2 anos a campanha Mundial de combate ao AVC ganha um novo enfoque , este ano é: "EU SOU MULHER: O AVC ME AFETA". A campanha reforça o fato que embora o AVC não discrimina entre sexos, as mulheres estão em maior risco de morrer de AVC, recebem menos cuidados e em muitos casos são a principal cuidadora de maridos, filhos, filhas, pai afetados.
Por que as mulheres e o AVC? Aqui estão alguns fatos rápidos:
As mulheres tem uma mortalidade por AVC maior do que os homens. Seis em cada 10 mortes por
AVC ocorrem em mulheres, em grande parte devido ao AVC que ocorre na idade mais avançada
em mulheres. Mulheres com mais de 85 anos têm as maiores taxas de AVC.
-Alguns dos principais fatores de risco para o AVC tendem a ocorrer mais freqüentemente em
mulheres:
-Hipertensão
-Fibrilação Atrial
-Diabetes
-Enxaqueca com aura visual
-Depressão
-Obesidade
-Além disso outros fatores de risco de AVC são específicos de mulheres, como a gravidez, pré-
eclâmpsia, o uso de pílulas anticoncepcionais, reposição hormonal após a menopausa, alterações
hormonais e diabetes gestacional. Por isso, 1 em cada 5 mulheres está sob risco de AVC, ao
contrário de 1 em cada 6 homens.
-As mulheres tendem a ter piores resultados pós AVC do que homens. Elas tem um declínio
cognitivo mais grave, uma maior probabilidade de institucionalização, e um maior risco de
depressão pós-AVC.
- Os cuidados do paciente pós AVC recai principalmente sobre as mulheres. Uma pesquisa mostra
que as mulheres cuidadoras de cônjuges que sofreram AVC tendem a relatar uma diminuição em
saúde mental depois de se tornar cuidadoras. Além disso, as mulheres com depressão têm um risco
maior de AVC.
- As mulheres são mais freqüentemente institucionalizadas após o AVC e têm uma recuperação pior, apesar de responderem melhor ao tratamento, elas tendem a receber menos tratamentos de reabilitação que os homens. o AVC é evitável com mudanças do estilo de vida, mas para vence-lo elas precisam de informações especificas de como preveni-lo e os cuidados agudos de longo e médio prazo
Por que as mulheres e o AVC? Aqui estão alguns fatos rápidos:
As mulheres tem uma mortalidade por AVC maior do que os homens. Seis em cada 10 mortes por
AVC ocorrem em mulheres, em grande parte devido ao AVC que ocorre na idade mais avançada
em mulheres. Mulheres com mais de 85 anos têm as maiores taxas de AVC.
-Alguns dos principais fatores de risco para o AVC tendem a ocorrer mais freqüentemente em
mulheres:
-Hipertensão
-Fibrilação Atrial
-Diabetes
-Enxaqueca com aura visual
-Depressão
-Obesidade
-Além disso outros fatores de risco de AVC são específicos de mulheres, como a gravidez, pré-
eclâmpsia, o uso de pílulas anticoncepcionais, reposição hormonal após a menopausa, alterações
hormonais e diabetes gestacional. Por isso, 1 em cada 5 mulheres está sob risco de AVC, ao
contrário de 1 em cada 6 homens.
-As mulheres tendem a ter piores resultados pós AVC do que homens. Elas tem um declínio
cognitivo mais grave, uma maior probabilidade de institucionalização, e um maior risco de
depressão pós-AVC.
- Os cuidados do paciente pós AVC recai principalmente sobre as mulheres. Uma pesquisa mostra
que as mulheres cuidadoras de cônjuges que sofreram AVC tendem a relatar uma diminuição em
saúde mental depois de se tornar cuidadoras. Além disso, as mulheres com depressão têm um risco
maior de AVC.
- As mulheres são mais freqüentemente institucionalizadas após o AVC e têm uma recuperação pior, apesar de responderem melhor ao tratamento, elas tendem a receber menos tratamentos de reabilitação que os homens. o AVC é evitável com mudanças do estilo de vida, mas para vence-lo elas precisam de informações especificas de como preveni-lo e os cuidados agudos de longo e médio prazo
Dia mundial de Combate ão AVC
Em 2010, no Dia Mundial do AVC, 29 de outubro, a Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization – WSO) lançou a campanha “1 em 6”. O tema foi escolhido porque, estatisticamente, uma a cada seis pessoas no mundo terá um AVC durante a sua vida. Desde então as campanhas focam na educação sobre fatores de risco, sinais de alerta e a urgência do tratamento.
Em 2012, a campanha ganhou o slogan “AVC: eu me importo”, enfatizando a importância do cuidado pós-avc, da família, dos cuidadores e das associações de suporte aos pacientes. No mesmo ano, a Organização Mundial de AVC também lançou o Símbolo Solidário do AVC (Stroke Solidarity Symbol), uma cordinha azul índigo utilizada amarrada no pulso como uma pulseira e que une a comunidade global na luta contra a doença.
Em 2014, foi acrescentado um importante enfoque na campanha: “Eu sou mulher: o AVC me afeta” (I am Woman: stroke affects me). A Campanha “I am Woman” reforça o fato de que as mulheres estão em maior risco de morrer por AVC.
Ainda na campanha de 2014 teremos o lançamento do Documento de Direitos dos Pacientes com AVC, um documento elaborado pela World Stroke Organization em parceria com as Associações de Pacientes ao redor do Mundo, incluindo o Brasil. Em breve, este documento estará disponível no site da ABN.
leia mais em: http://abneuro.org.br/comunicados/detalhes/631/campanha-nacional-do-combate-ao-avc-2014-27-de-outubro-a-2-de-novembro
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Depoimento
Publíco este depoimento porque é a história de muitas famílias que passam por este problema e quão importante é ter o apoio da família na reabilitação do paciente
http://www.abavc.org.br/category/depoimentos/
http://www.abavc.org.br/category/depoimentos/
Experiência de Joinville será aplicada no brasil inteiro
http://www.abavc.org.br/pesquisa-sobre-avc-realizada-em-joinville-sera-aplicada-em-todo-o-pais/
domingo, 19 de outubro de 2014
Vítima de AVC irá lançar livro escrito com movimentos oculares e ajuda do computador
Vítima de AVC irá lançar livro escrito com movimentos oculares e ajuda do computador
Me emocionei com a história de vida desse vencedor, sim, ele é um vencedor, um heroi que apesar de todas as dificuldades devido as sequelas do AVC, soube dar a volta por cima, e, hoje dá uma lição de vida.
Me emocionei com a história de vida desse vencedor, sim, ele é um vencedor, um heroi que apesar de todas as dificuldades devido as sequelas do AVC, soube dar a volta por cima, e, hoje dá uma lição de vida.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
histórias comoventes
quem pensa que AVC só ocorre em pessoas idosas ou maduras, se engana,que crianças de qualquer idade sofre um AVC, também já sabíamos, mas é incrível como acomete o individuo no nascimento, e como essas crianças se recuperam muitas vezes sem sequelas, é impressionante. vale a pena ler esta matéria que relata casos emocionantes de superação.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
outra pesquisa
Talvez seja também uma outra esperança, estamos chegando lá, tenho esperança que meu cérebro vai se regenerar, brincando costumo falar que o "tico" vai conseguir se comunicar com o "teco" http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2014/08/22/medicina-celular-chega-com-forca-as-pesquisas-ortopedicas/
pesquisa de novo medicamento
Uma esperança para pessoas assim como eu sofreram lesões cerebrais, seja de derrame ou por lesões da medula, segunda a pesquisa esta substancia é capaz de regenerar os neurônios e estabelecer a comunicação interrompida com o resto do corpo, se realmente funcionar é um avanço espetacular na neurociência mundial, sem falar nos beneficios que isto traz as pessoas, vamos esperar, pelo meno é uma esperança bem real. e o que mais espetacular foi desenvolvida aqui na amazônia, por estudantes e cientista da UFPA.http://www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/leia-tambem/1540-camapu-induz-producao-de-neuronios
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
sexualidade pós avc
Após um AVC é normal ter dificuldades de adaptação em executar atividades que antes eram rotineiras e, a atividades sexual está entre elas, as mudanças físicas pode afetar a sua libido, exigindo um certo cuidado com o emocional da pessoa que sofreu o evento. Muitos acham que a sexualidade do individuo afetado acabou, pois durante o ato sexual tem o risco de ocorrer um novo AVC, bobagem, não existe este risco, a pessoa pode aceitar as mudanças do seu corpo e ter uma atividade sexual satisfatória.
Beneficios sociais para pessoas que tiveram avc
Estudos mostram que dois terços das pessoas que tiveram AVC ficaram com algumas sequelas, repercutindo em dificuldade motora, na comunicação cognitiva e psicológica. As alterações motoras têm forte influência na qualidade de vida, no grau de dependência e nos cuidados de uma pessoa que teve AVC. Advindas dessa incapacidade, estão as limitações para cumprir as atividades do dia-a-dia, como manusear objetos, andar, seguir na profissão e cuidados pessoais
As sequelas resultantes de AVC têm duração e limitações variadas. Normalmente, a recuperação é de médio e longo prazo e implica variados graus de dependência dos cuidados. Por essa razão, a recuperação do doente envolve esforços conjuntos dele e de sua família, além dos profissionais de saúde, tanto no âmbito hospitalar quanto ambulatorial. Diante dessas situações, são necessárias algumas garantias para facilitar a manutenção e a recuperação do equilíbrio na saúde, como a intervenção estatal nos casos de insuficiência de recursos financeiros.
Por ser considerada uma doença incapacitante em função de algumas sequelas resultantes da doença AVC, essas pessoas são consideradas, para efeito de direitos, pessoas com necessidades especiais, enquadrando-se, portanto, nos programas sociais para Pessoas Portadoras de Deficiência.
Por ser considerada uma doença incapacitante em função de algumas sequelas resultantes da doença AVC, essas pessoas são consideradas, para efeito de direitos, pessoas com necessidades especiais, enquadrando-se, portanto, nos programas sociais para Pessoas Portadoras de Deficiência.
a. Pessoas portadoras de paralisia irreversível e incapacitante terão direitos às seguintes isenções fiscais: Imposto de Renda (IR) – as pessoas com deficiência que apresentam situação de rendimentos oriundos de aposentadoria, pensão ou reforma incluindo a complementação recebida por entidade privada (previdência privada) e pensão alimentícia. Porém a isenção não desobriga a entrega anual da declaração de imposto de renda.
b. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e ICMS, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA), na aquisição de automóvel com 127 HP de potência bruta destinado para o uso exclusivo do adquirente portador de deficiência física. Os carros são modificados (adaptados) e devem permanecer com o comprador por, no mínimo, 2 anos. O condutor também poderá adquirir um automóvel, desde que prove estar comprando para um portador de deficiência.
Direito à Previdência e Assistência Social
O portador de sequelas de AVC tem direito a aposentadoria por invalidez, ao saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS).
Nos casos em que o beneficiário necessitar de ajuda permanente de outra pessoa devido à incapacidade
permanente para as atividades da vida diária, deverá receber adicional de 25%.
Outro dos seus direitos é o recebimento de um salário mínimo mensal, na ausência de condições de provimento da subsistência. (BPC-Benefício de Prestação Continuada). Tais benefícios devem ser solicitados ao INSS.
Nos casos em que o beneficiário necessitar de ajuda permanente de outra pessoa devido à incapacidade
permanente para as atividades da vida diária, deverá receber adicional de 25%.
Outro dos seus direitos é o recebimento de um salário mínimo mensal, na ausência de condições de provimento da subsistência. (BPC-Benefício de Prestação Continuada). Tais benefícios devem ser solicitados ao INSS.
Transporte coletivo
Interestadual: destinado a pessoas que recebem até um salário mínimo por mês.
Joinville: Existe Transporte Eficiente com isenção do pagamento de tarifas pelo usuário e acompanhante, quando a renda familiar obedecer aos critérios da empresa.
Empresas como “Transporte Eficiente”: Gidion – telefone: 3461-2134; Transtusa – telefone: 3441-9999.
Para fazer jus a esse benefício, o cadastro é feito diretamente nas empresas concessionárias e ou permissionárias.
Há prioridade de embarque e reserva de vagas nos estacionamentos e ônibus para as pessoas com deficiência. As empresas públicas de transporte e as concessionárias de transporte coletivo precisam reservar assentos destinados para esses usuários.
Joinville: Existe Transporte Eficiente com isenção do pagamento de tarifas pelo usuário e acompanhante, quando a renda familiar obedecer aos critérios da empresa.
Empresas como “Transporte Eficiente”: Gidion – telefone: 3461-2134; Transtusa – telefone: 3441-9999.
Para fazer jus a esse benefício, o cadastro é feito diretamente nas empresas concessionárias e ou permissionárias.
Há prioridade de embarque e reserva de vagas nos estacionamentos e ônibus para as pessoas com deficiência. As empresas públicas de transporte e as concessionárias de transporte coletivo precisam reservar assentos destinados para esses usuários.
Tratamento personalizado
Os portadores de sequelas têm direito a atendimento diferenciado e imediato em serviços públicos e bancos e essas instituições têm obrigatoriamente que viabilizar essa condição.
No caso de negação aos direitos, pode-se recorrer a instâncias especializadas para abrigar e auxiliar na luta pela conquista.
Ministério Público – titular das ações civis para interesses individuais e coletivos. Endereço: Avenida Juscelino Kubitschek, 410 –Centro Joinville – Telefone: (47) 3441-7200
Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) – Serviço de Promoção à Pessoa Portadora de Deficiência. Endereço: Av. Procópio Gomes, 749 – Telefone: (47) 3802-3700
Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência
Endereço: Rua Afonso Pena, 840 – Bairro Bucarein – Telefone: (47) 3433-8659
Fonte: ABAVC – Associação Brasil AVC www.abavc.org.br
No caso de negação aos direitos, pode-se recorrer a instâncias especializadas para abrigar e auxiliar na luta pela conquista.
Ministério Público – titular das ações civis para interesses individuais e coletivos. Endereço: Avenida Juscelino Kubitschek, 410 –Centro Joinville – Telefone: (47) 3441-7200
Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) – Serviço de Promoção à Pessoa Portadora de Deficiência. Endereço: Av. Procópio Gomes, 749 – Telefone: (47) 3802-3700
Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência
Endereço: Rua Afonso Pena, 840 – Bairro Bucarein – Telefone: (47) 3433-8659
Fonte: ABAVC – Associação Brasil AVC www.abavc.org.br
Elaboração:
Ivete Dias Rocha – Assistente Social idiasrocha@bol.com.br
Equipe Interdisciplinar U-AVC – HMSJ – Joinville – SC
Ivete Dias Rocha – Assistente Social idiasrocha@bol.com.br
Equipe Interdisciplinar U-AVC – HMSJ – Joinville – SC
Dificuldades Emocionais pós AVC
A pessoa que sofreu um AVC (derrame) pode apresentar alterações no comportamento e/ou personalidade. Essas alterações podem ser resultado de uma lesão cerebral ou uma resposta emocional pela condição em que se encontra. Sendo assim, as principais alterações após o AVC são: impulsividade, apatia, labilidade emocional e depressão.
Impulsividade: é um tipo de alteração do comportamento, segundo o qual as pessoas passam a agir de forma imprudente, como por exemplo: querem andar sozinhas sem ter condições, outras querem dirigir, colocando a própria vida e a dos outros em perigo. Na presença dessa reação, é indicada a necessidade de orientação desse paciente, esclarecendo sobre os riscos a que ele pode estar sujeito diante de atitudes impensadas.
Apatia: é muito fácil de ser confundida com a depressão. As pessoas apáticas aparentam não se preocuparem com nada e podem ficar horas olhando para um único lugar. O que ajudará a pessoa com apatia é incentivá-la a movimentar-se e dar-lhe opções de escolha; mas é importante deixar claro que ela precisa escolher.
Labilidade Emocional: é um descontrole das emoções, como por exemplo: chorar com facilidade (muitas vezes, sem razão aparente), sorrir descontroladamente ou ter mudanças de humor repentinas. Como essas reações são efeitos do AVC, não adiantará pedir para o paciente parar de chorar; a atitude correta é perguntar como a pessoa quer ser tratada durante aquele período.
Depressão: pode ocorrer logo após o AVC ou num período posterior. Deve ser tratada logo que possível; caso contrário, dificultará a reabilitação. É importante que a família e os amigos entrem em contato com um médico ao notarem os sinais de depressão. Esses sinais podem ser percebidos por meio dos seguintes sintomas:
Apatia: é muito fácil de ser confundida com a depressão. As pessoas apáticas aparentam não se preocuparem com nada e podem ficar horas olhando para um único lugar. O que ajudará a pessoa com apatia é incentivá-la a movimentar-se e dar-lhe opções de escolha; mas é importante deixar claro que ela precisa escolher.
Labilidade Emocional: é um descontrole das emoções, como por exemplo: chorar com facilidade (muitas vezes, sem razão aparente), sorrir descontroladamente ou ter mudanças de humor repentinas. Como essas reações são efeitos do AVC, não adiantará pedir para o paciente parar de chorar; a atitude correta é perguntar como a pessoa quer ser tratada durante aquele período.
Depressão: pode ocorrer logo após o AVC ou num período posterior. Deve ser tratada logo que possível; caso contrário, dificultará a reabilitação. É importante que a família e os amigos entrem em contato com um médico ao notarem os sinais de depressão. Esses sinais podem ser percebidos por meio dos seguintes sintomas:
- persistência de humor triste, ansioso ou negativo;
- perda de interesse em atividades agradáveis;
- sentimentos de culpa e inutilidade;
- fadiga persistente;
- insônia;
- inquietação e irritabilidade;
- mudanças de peso e apetite;
- tentativas de suicídio;
- esquecimentos ou perda de memória.
A depressão, quando tratada a tempo, aumenta a possibilidade de recuperação física e mental. Estudos têm mostrado que os pacientes cuja depressão foi tratada, recuperam melhor as funções, como: linguagem, memória e coordenação motora. Ao perceber os sintomas da depressão, deve-se procurar um médico para que ele possa receitar o antidepressivo mais adequado.
Outro recurso importante é a psicoterapia, quando associada ao uso da medicação.
Outro recurso importante é a psicoterapia, quando associada ao uso da medicação.
De que forma cuidadores e familiares podem ajudar?
- Por meio da criação de situações sociais nas quais a pessoa possa ser incluída, como por exemplo: passeios e encontros familiares.
- Incentivar os pacientes a participarem de grupos de apoio, os quais também são úteis para aliviar os sintomas da depressão.
- Motivá-los a cuidarem de sua aparência para melhorar a autoestima.
- Incentivá-los a se manterem ativos, pois essa é a chave para a recuperação da depressão.
Referência:
Thinking And Behaviour issues After Stroke
Disponìvel em: http//www.heartstroketayside.org.uk/content/pdfs/ss9_thinking_and_beha- viour_issues.pdf
Thinking And Behaviour issues After Stroke
Disponìvel em: http//www.heartstroketayside.org.uk/content/pdfs/ss9_thinking_and_beha- viour_issues.pdf
Elaboração:
Maria das Dores Oliveira Santiago Silva – Psicóloga dorinhasantiagopsico@hotmail.com
Equipe Interdisciplinar U-AVC – HMSJ – Joinville – SC
Maria das Dores Oliveira Santiago Silva – Psicóloga dorinhasantiagopsico@hotmail.com
Equipe Interdisciplinar U-AVC – HMSJ – Joinville – SC
Mudanças no Tratamento da Hipertensão
Aconteceu em Salvador nos dias 13 a 16 de agosto o XXII Congresso Brasileiro de Hipertensão e XX Congresso da Sociedade Interamericana de Hipertensão reunindo os mais renomados especialistas do mundo sobre hipertensão arterial, onde foi discutido novas diretrizes para tratamento de hipertensos idosos americanos e como elas podem ser aplicadas a realidade da população hipertensa do Brasil.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, houve importantes alterações no que diz respeito as metas e tratamento da doença, como uma maior tolerância nos níveis de controle da pressão para idosos e idosos diabéticos. "A diretriz mostrou um posicionamento mais conservador com os hipertensos, onde cada caso é avaliado individualmente e a meta aceitável é um nível de pressão abaixo de 140/90 mmHg ou ", explica Dra. Frida Plavnik, diretora científica da SBH. Segundo ela, está é mudança importante que precisa ser amplamente discutida, já que atualmente cerca de 50% dos idosos no Brasil são hipertensos.
Fica estabelecido que o limite para o inicio do tratamento farmacológico para pacientes idosos acima de 60 anos subiu para 150/90 mmHg em detrimento ao anterior que era 14/90 mHg, pois tratar o paciente em um nível mais baixo não traz beneficio adicional além da perda da qualidade de vida e maior efeitos colaterais.
Segundo levantamento da Organização Mundial de Saúde a hipertensão Arterial é responsável por 9,4 milhões de morte no mundo, 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% de casos de insuficiência renal terminal, e atinge cerca de 30% da população brasileira.quinta-feira, 12 de junho de 2014
Despreparo
Quando reivindico profissionais mais preparados para atender pacientes que sofreram um AVC, porque eu sei das dificuldades dessas equipes tanto em diagnosticar quanto tratar uma pessoa que esta sofrendo este evento, mas gente, uma equipe do SAMUR, cometer um erro grave de diagnóstico de uma paciente, é no minimo revoltante, vocês não estão entendo, vou explicar: Hoje 12/06/2014 em Serra, Espirito Santo uma jovem de 20 anos, sentiu-se mal no trabalho, teve um mal súbito, ficando com o lado direito paralisado, sem conseguir fala direito, chamaram o SAMUR, Por mais absurdo que seja, os socorrista diagnosticaram como "crise emocional", mandaram ela tomar um chá qualquer e ir para casa, como a jovem não melhorou seus familiares levaram-na ao hospital onde foi diagnosticado AVC, segundo o hospital se a jovem fosse atendida corretamente evitaria sequelas. A moça teve muita sorte de não ir a óbito, o que é mais terrível é que a equipe do samur, não admite que errou, lamentável.
Precisamos urgentemente preparar estes profissionais, principalmente os socorrista do SAMUR, para que não aconteça mais estas bizarrices, afinal eles lidam com vidas humanas, sabemos que a presteza no diagnóstico e atendimento evita que o paciente morra ou fique com sequelas.
Precisamos urgentemente preparar estes profissionais, principalmente os socorrista do SAMUR, para que não aconteça mais estas bizarrices, afinal eles lidam com vidas humanas, sabemos que a presteza no diagnóstico e atendimento evita que o paciente morra ou fique com sequelas.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
7 passos para prevenir um AVC
Para nós mulheres vale a pena dar uma lida neste tópico
http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/avc-7-passos-preveni-lo-782052.shtml
http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/avc-7-passos-preveni-lo-782052.shtml
Frio aumenta o risco de Avc
De acordo com o Dr. Roberto Cury, coordenador do núcleo de cardiologia do Hospital Samaritano de São Paulo, o frio aumenta o risco de complicações cardiovasculares, aumentando a incidência de um infarto em 30% e 20% de AVC, Segundo Roberto Cury quando se sente frio o organismo libera substâncias que contraem as artérias para reter mais calor e ajudar o corpo a enfrentar as baixas temperaturas. Esse mesmo mecanismo aumenta a espessura dos vasos sanguíneos, dificultando a circulação, aumentando assim o esforço que o coração precisa fazer para bombear o Sangue.Fatores externos contribuem com este aumento da incidência de problemas cardiovasculares no inverno, tais como: diminuição de atividades físicas, aumento de consumo de gorduras saturadas e comidas calóricas descompensando os níveis de colesterol. A orientação é que mantenham as atividades físicas e uma dieta equilibrada e saudável, evitando alimentos gordurosos durante este período do ano.
As baixas temperaturas prejudicam principalmente idosos, de acordo com o coordenador do núcleo de neurologia do Hospital Samaritano de São Paulo, Renato Anghinah.
— Pessoas nessa faixa etária podem ter mais complicações porque estão mais susceptíveis ao aumento da pressão arterial e transtornos de coagulação sanguínea, além de mais propensão às infecções típicas do frio, que podem ser fatores desencadeantes de eventos cardiovasculares.
Buscando a Independência após AVC
Como a finalidade deste blog é informar sobre AVC, suas consequências
na vida de quem sofre um evento desse bem como seus familiares e amigos, cuidados e tratamentos na reabilitação, novos medicamentos etc., vasculhando na web encontrei esta cartilha que é um verdadeiro achado para quem busca maior independência nas atividades diárias e maior mobilidade e autonomia.Pois quem teve um AVC sabe o quanto é complicado (até deprimente) sentir-se dependente de outras pessoas.
É muito importante ler.
baixe o Download no site:http://www.abavc.org.br/buscando-a-independencia-apos-o-avc/
na vida de quem sofre um evento desse bem como seus familiares e amigos, cuidados e tratamentos na reabilitação, novos medicamentos etc., vasculhando na web encontrei esta cartilha que é um verdadeiro achado para quem busca maior independência nas atividades diárias e maior mobilidade e autonomia.Pois quem teve um AVC sabe o quanto é complicado (até deprimente) sentir-se dependente de outras pessoas.
É muito importante ler.
baixe o Download no site:http://www.abavc.org.br/buscando-a-independencia-apos-o-avc/
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Simpósio AVC
A Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) sediará no dia 17 de maio, Simpósio AVC Campinas, o evento abordará os avanços no diagnósticos e tratamentos multidisciplinar nos pacientes que tiveram AVC, com palestras de pesquisadores na área.
Inscrições até dia 10 de maio, maiores informações pelo site http://limin4.wix.com/simposioavc
Inscrições até dia 10 de maio, maiores informações pelo site http://limin4.wix.com/simposioavc
terça-feira, 6 de maio de 2014
Imagem de Retina Pode Indicar Risco de AVC
Pesquisa descobriu que a presença de lesões na retina causadas pela pressão alta podem indicar as chances de uma pessoa sofrer um derrame ou apresentar coágulos sanguíneos ao longo dos anos
Artigo Publicado na Revista Veja
Médicos revisam recomendação para evitar segundo AVC
Segundo órgão americano, exercitar-se, controlar a pressão arterial e adotar a dieta do Mediterrâneo reduzem risco de derrame em quem já sofreu um

Pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral (AVC) devem controlar a sua pressão arterial, praticar atividade física com frequência e seguir uma alimentação semelhante à dieta do Mediterrâneo para que reduzam o risco de sofrer um novo derrame.
Essas são algumas das recomendações presentes nas novas diretrizes da Associação Americana do Coração sobre o assunto, que não eram atualizadas desde 2011. O documento foi publicado nesta quinta-feira no periódico Stroke.
Os itens acrescentados nas novas diretrizes incluem, por exemplo, que os pacientes que tiveram um derrame passem por exames que detectem obesidade, diabetes e apneia do sono. Isso porque estudos recentes reforçaram a relação entre esses problemas e o risco de AVC. A Associação também inclui a prática de alguma atividade física aeróbica de intensidade média ou alta — como caminhada rápida ou uma aula de bicicleta — entre três e quatro vezes por semana como forma de diminuir o risco de um novo derrame.
"Pesquisas recentes estão revelando novas e melhores maneiras de proteger pacientes que sofreram um AVC contra outros eventos e mais danos cerebrais", diz Walter Kernan, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Yale, nos Estados Unidos, e chefe do grupo que elaborou as novas diretrizes.
A Associação Americana do Coração considera que controlar a pressão arterial com frequência é a principal forma de prevenção de um segundo derrame — cerca de 70% dos pacientes que sofrem AVC têm pressão alta. Além do controle da pressão sanguínea, outras formas de prevenção do AVC que já estavam presentes nas diretrizes passadas foram mantidas — entre elas, manter um peso saudável e níveis de colesterol adequados.
A entidade ainda sugere que pessoas, após o AVC, adotem uma dieta semelhante à do Mediterrâneo, que contém grandes quantidades de frutas, legumes, peixes e oleaginosas. Pesquisas recentes já apontaram diversos benefícios desse tipo de alimentação — incluindo proteção ao coração.
Brasil — As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no mundo e no Brasil. Entre as enfermidades do sistema cardiovascular, a mais fatal aos brasileiros de ambos os sexos é o AVC: segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, cerca de 100 000 pessoas morreram devido à doença em 2011.
Recentemente, a Associação Americana do Coração lançou diretrizes inéditas para reduzir o risco de derrame cerebral entre mulheres. As recomendações abrangem fatores específicos do sexo feminino, como o uso de anticoncepcional e riscos na gravidez.
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