quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Mudanças no Tratamento da Hipertensão


 Aconteceu em Salvador nos dias 13 a 16 de agosto o XXII Congresso Brasileiro de Hipertensão e XX Congresso da Sociedade Interamericana de Hipertensão reunindo os mais renomados especialistas do mundo sobre hipertensão arterial, onde foi discutido novas diretrizes para tratamento de hipertensos idosos americanos e como elas podem ser aplicadas a realidade da população hipertensa do Brasil.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, houve importantes alterações no que diz respeito as metas e tratamento da doença, como uma maior tolerância nos níveis de controle da pressão para idosos e idosos diabéticos. "A diretriz mostrou um posicionamento mais conservador com os hipertensos, onde cada caso é avaliado individualmente e a meta aceitável é um nível de pressão abaixo de 140/90 mmHg ou ", explica Dra. Frida Plavnik, diretora científica da SBH. Segundo ela, está é mudança importante que precisa ser amplamente discutida, já que atualmente cerca de 50% dos idosos no Brasil são hipertensos.
Fica estabelecido que o  limite para o inicio do tratamento farmacológico para pacientes idosos acima de 60 anos subiu para 150/90 mmHg em detrimento ao anterior que era 14/90 mHg, pois tratar o paciente em um nível mais baixo não traz beneficio adicional além da perda da qualidade de vida e maior efeitos colaterais.
Segundo levantamento da Organização Mundial de Saúde a hipertensão Arterial é responsável por 9,4 milhões de morte no mundo, 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25%  de casos de insuficiência renal terminal, e atinge cerca de 30% da população brasileira.







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