O acidente vascular cerebral (AVC) é uma doença caracterizada por um déficit neurológico (diminuição da função) decorrente de uma interrupção da circulação cerebral ou de hemorragia.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
o Bendito AVC
Este mês o capeta do AVC ta danado fazendo vitimas Brasil afora e no mundo, foi o Russo, ex-ajudante de palco da Globo (que graças aos Deuses não corre risco de vida), Waldo Vieira (médico e pesquisador), Alexandre Régis Reis (enfermeiro que sofreu AVC em um parque em Uberlândia e passou a noite toda desacordado e sem socorro), e por aí vai, isso me revolta, caramba até quando essa doença vai tirar vidas ou deixar sequelas definitivas em pessoas de todas idades, é isso, fazer o que né.
Waldo Vieira sofre AVC
Fundador do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) em Foz do Iguaçu, o médico e pesquisador Waldo Vieira (83) está internado na UTI do Hospital Ministro Costa Cavalcanti.
A internação ocorreu na quinta-feira da semana passada, dia 25. No dia 26, segundo a assessoria do Hospital, Waldo sofreu um AVC (Acidente vascular cerebral) e segue em coma, respirando com a ajuda de aparelhos. Os médicos afirmam que o estado é grave, mas estável.
Mundialmente conhecido por ser o propositor da conscienciologia e da projeciologia, Waldo é autor de 4 tratados, mais de 20 livros e centenas de artigos publicados em diversos periódicos científicos no Brasil e no Exterior. Com autoridade científica reconhecida, o pesquisador da consciência, projetor lúcido e parapsíquico Waldo Vieira é membro das mais importantes associações internacionais para pesquisa parapsíquica do mundo.
Há mais de meio século, Vieira vem desenvolvendo técnicas eficazes propostas aos pesquisadores e estudiosos interessados, para promover a projeção consciente voluntária e o domínio das bioenergias.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Redução de Morte Cardiovasculares com medicamentos Brasileiros
IECAs – descobertos em Ribeirão Preto, em 1962, pelo pesquisador Dr. Sérgio Ferreira – apresentam resultados impactantes na redução da mortalidade decorrente da hipertensão e voltam a ser foco de estudos no mundo inteiro
Em palestra para cerca de 200 médicos, durante a SOCESP, em São Paulo, Dr. Luiz Bortolotto, diretor da Unidade de Hipertensão do Incor, apresentou dados significativos de estudos realizados recentemente em diversos países comparando as principais classes de medicamento contra hipertensão, os IECAs (inibidores da enzima conversora da angiotensina) e os BRAs (bloqueadores do receptor da angiotensina).
Enquanto os IECAs apresentaram uma redução de 17% do risco de morte cardiovascular, de 22% do risco de um acidente vascular cerebral (AVC) e de 17% do risco de infarto, os BRAs apresentaram resultados neutros em todos os casos, exceto no risco de AVC, cuja redução foi de 17%. Os IECAs apresentaram, ainda, redução do risco de morte global, de 13%.
“A maior parte dos brasileiros está fora das metas terapêuticas, o que leva ao aumento da mortalidade. É preciso que os médicos entendam que não basta apenas controlar a pressão arterial. O tratamento anti-hipertensivo deve ser capaz também de proteger os órgãos-alvo e reduzir o risco cardiovascular”, explica o médico, se referindo à proposta dos IECAs.
“Esta classe de medicamentos tem apresentado mais evidências de superioridade na proteção cardiovascular dos pacientes hipertensos, notadamente pela redução do risco de infarto do miocárdio”, finaliza.
A hipertensão é um problema grave no país, é a principal causa de morte cardiovascular entre os brasileiros, e atinge mais de 30% da população adulta. Mais de 60% das pessoas têm conhecimento sobre sua condição, mas apenas metade delas está em tratamento, e somente 20% têm a doença controlada.
Em seguida, o cardiologista e pesquisador canadense, Dr. Martin Strauss, conduziu uma palestra sobre como controlar a pressão arterial e reduzir o risco de eventos coronarianos, ressaltando a importância dos IECAs na proteção do sistema cardiovascular.
Após apresentar cronologicamente os estudos mais importantes referentes aos BRAs e aos IECAs, Dr. Strauss reforçou a importância dos médicos se basearem nas evidências para tomar decisões no dia a dia clínico. Para ele, não há dúvidas de que os IECAs representam a melhor opção para o tratamento da hipertensão, incluindo os pacientes hipertensos diabéticos e/ou com disfunção renal.
“Quando você trata um paciente, deve mostrar a ele que o medicamento pode fazer com que viva mais. É o que as pessoas querem, é o que nós queremos”, comenta. O médico apresentou ainda dados da prática médica canadense, onde as diretrizes para o tratamento da hipertensão possuem metas mais ousadas, devido à análise rigorosa das evidências.
“Enquanto em todo o mundo a meta de pressão arterial para pacientes hipertensos e diabéticos é de 14/9, no Canadá esta meta é de 13/8”, exemplifica.
Sobre os IECAs
Em 1962, o médico e pesquisador Dr. Sérgio Ferreira, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, descobriu o fator potencializador da bradicinina, através do veneno da cobra Jararaca. Sua descoberta foi o primeiro passo para a utilização dos inibidores da enzima conversora da angiotensina, os IECAs. No fim dos anos 90, os bloqueadores dos receptores de angiotensina (BRAs) ficaram em evidência devido a alguns estudos o destacarem como uma opção aos IECAs. Agora, mais de 15 anos depois da chegada dos BRAs, e mais de 50 anos após a descoberta dos IECAs, eles voltam a estar em evidência em uma série de estudos retrospectivos e prospectivos. É interessante observar que os resultados positivos alcançados pelos IECAs foram potencializados por algumas moléculas, tal como o perindopril arginina.
Os IECAs atuam de uma forma que resulta numa vasodilatação e também com ação anti-inflamatória sobre o sistema circulatório. Sua principal diferença em relação aos BRAs é que, além de impedir a produção da angiotensina (que causa a hipertensão e tem efeito tóxico direto sobre o tecido do sistema vascular, coração, cérebro e rim), atenuando os efeitos e reduzindo a pressão, eles previnem a degradação da bradicinina, que tem grande importância para a proteção cardiovascular.
Fonte:www.segs.com.br
Empresa desenvolve dispositivo eletronico que ajuda na reabilitação de pacientes sequelados vitimas de AVC e outras doenças neuromusculares. o aparelho para as pernas deverá está disponivel no mercado ainda este ano já do braço ano que vem, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/empresa-desenvolve-dispositivo-para-ajudar-pacientes-com-avc
Noiva Sofre AVC na Véspera do casamento
No ultimo dia 12/6 (dia dos namorados) no hospital Márcio Cunha em Ipatinga, realizou-se a inusitada União de Kleiton e Jhullimayre que foi maquiada para o grande dia pelas próprias enfermeiras e ainda contou com um buquê improvisado com flores colhidas no jardim do hospital. Até aí, nada de extraordinario, se não fosse pelo fato de a noiva ter sofrido um AVC, as vésperas do casamento, e ter sido internada na UTI, onde realizo-se a cerimonia. Lindo nê?
http://noticias.r7.com/minas-gerais/noiva-sofre-avc-na-vespera-do-casamento-e-realiza-cerimonia-em-hospital-21062015
http://noticias.r7.com/minas-gerais/noiva-sofre-avc-na-vespera-do-casamento-e-realiza-cerimonia-em-hospital-21062015
segunda-feira, 15 de junho de 2015
V I D A: Direto de Aracaju - óleo essencial da Alpinia spe...
V I D A: Direto de Aracaju - óleo essencial da Alpinia spe...: O óleo essencial da Alpinia speciosa Schum , planta regional do Nordeste conhecida como 'Bastão do Imperador' e muito utilizada na ...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
50 Anos de Pilula Anticoncepcional
Em 1967, foi lançado nos Estados Unidos um medicamento voltado aos distúrbios da menstruação. Seu nome era Enovid, e a bula trazia uma advertência: pode causar suspensão temporária da fertilidade. Em pouco tempo o remédio começou a ser utilizado por mulheres como anticoncepcional.
Entre 1957 e 1960 milhares de mulheres recorreram ao novo medicamento, até que a FDA, orgão dos Estados Unidos, responsável por controlar os medicamentos aprovou a pilula como o primeiro anticoncepcional ministrado por via oral.
Porém, fazia mais ou menos um ano de regulamentação quando soube-se do primeiro caso de reação adversa grave, uma usuária sofreu embolia pulmonar, de 1961, até hoje muitas outras vitimas surgiram, inclusive nas redes sociais, onde compartilham suas histórias e informações sobre os riscos do anticoncpicional oral, acendendo um sinal amarelo na cabeça de muitas mulheres usuárias.
A questão é: o método é seguro? de modo geral sim, mas a verdade é que ela traz efeitos colaterais e complicações, embora raras, podem ser graves. O maior risco é o de trombose (formação de coágulos de sangue que podem causar AVC ou embolia pulmonar). Existe outros fatores de risco além da associação de estrogênio e progesterona que podem aumentar a vulnerabilidade ao problema como tabagismo, pressão alta, idade e predisposição genética.
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Atriz de JORNADA NAS ESTRELAS, sofre AVC
A atriz Nichelle Nichols de 82 anos, esta internada em um hospital de Los Angeles, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), segundo uma fonte ligada a atriz, ela foi levada as pressas na quarta-feira 3, a uma unidade de saúde, mas passa bem, ela esta acordada e descansa, porém segue internada, fazendo exames para averiguar a gravidade do AVC,
Nichelle Nichols ficou famosa por interpretar a personagem Uhura, no seriado Jornada nas Estrelas, e em seis filmes da mesma franquia, o último "Jornada nas Estrelas VI - A Terra Desconhecida, de 1991.
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