sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Mulher de 34 anos sofre AVC e suspeita é de que problema foi causado por anticoncepcionais







Desde que teve um AVC (Acidente Vascular Cerebral) no início do ano, a educadora física Renata Rangel, de 34 anos, tem passado por sessões diárias de fisioterapia para tentar se recuperar. Ela perdeu a fala e parte do movimento dos braços e pernas. A suspeita é de que o AVC tenha sido causado pelo uso de anticoncepcionais.
Rodrigo Bobrov, marido de Renata, conta que os primeiros sinais do AVC surgiram com dores no braço no dia em que o casal teria uma reunião de família. De acordo com Bobrov, ela começou a se sentir mal e foi levada para o hospital.
— Chegando no hospital fizeram uma tomografia nela. Não sabiam até então que era um AVC. Disseram que era uma crise nervosa que estava tendo.
O AVC só foi diagnosticado no dia seguinte. Renata mantinha uma rotina saudável. Não fumava ou bebia bebidas alcoólicas e corria diariamente 15 quilômetros. O modo de vida de Renata fez com que os médicos suspeitassem que o AVC tenha sido causado pelo uso de anticoncepcionais.
Rodrigo diz que essa hipótese foi levantada informalmente pelos médicos que acompanham o caso. Ele diz que um mês antes do acidente, a esposa substituiu o medicamento que tomava por um genérico. Como ela começou a se sentir mal, decidiu voltar a tomar o remédio anterior. Foi nesse período que aconteceu o AVC.  
A ginecologista Lizandra Moura explica que além do AVC, o medicamento também pode causar trombose. No entanto, a médica afirma que o uso do anticoncepcional é seguro e que o risco de um AVC pelo uso do contraceptivo é de 2 a 4 para cada 10 mil casos.  
Mesmo assim, o mais recomendável é sempre ter acompanhamento médico e só usar medicamentos receitados por um profissional.
— O melhor é procurar sempre a orientação de um profissional de saúde e evitar o uso indiscriminado ou que não tenha passado por um serviço.  
Ação beneficente
O tratamento de Renata tem o custo mensal de R$ 7 mil e para ajudar com as despesas, os amigos da família organizaram uma partida beneficente de futebol de salão.
O jogo terá a participação de jogadores da seleção brasileira e o ingresso vai custar R$ 20. A partida será realizada no dia 18 de dezembro e todo o dinheiro arrecadado será destinado para o tratamento de Renata.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Estimulação cerebral profunda melhora recuperação após AVC

A terapia de estimulação cerebral profunda (DBS, na sigla em inglês) – já usada em humanos para tratar sintomas da doença de Parkinson – está sendo testada na recuperação de paralisia causada por acidente vascular cerebral (AVC).
Os estudos em modelos animais foram coordenados pelo brasileiro Andre Machado, chairman do Cleveland Clinic Neurological Institute e diretor do Centro para Restauração Neurológica da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos.
A equipe aguarda a autorização das autoridades de saúde norte-americanas para dar inícios aos primeiros ensaios em humanos 
O método consiste em implantar, por meio de cirurgia, pequenos eletrodos em áreas profundas do cérebro, além de um gerador de pulsos sob a pele, na região da clavícula.
Os impulsos elétricos são enviados do gerador até o cérebro, modulando a atividade de estruturas nervosas, estimulando a formação de novas sinapses e possivelmente até de novos neurônios. A técnica também vem sendo estudada por outros grupos no tratamento de depressão e dor crônica
“No caso da doença de Parkinson esse método reduz sintomas como tremor, rigidez e lentidão de movimentos. Em estudos com animais de laboratório, vimos que pode melhorar significativamente o resultado da reabilitação física após o AVC”, disse Machado em entrevista à Agência FAPESP.
No modelo animal, o grupo buscou estimular uma região do cerebelo conhecida como núcleo denteado, que tem conexões amplas e diretas com o córtex.
Para induzir um quadro de AVC isquêmico nos ratos, os pesquisadores recorreram a duas técnicas diferentes. A primeira foi a injeção local de um fármaco chamado endotelina, que diminui a passagem de sangue na artéria cerebral média.Na outra, a artéria foi coagulada e cortada por meio de microcirurgia.Em ambos os casos, um infarto é induzido na região irrigada pelo vaso, de maneira semelhante à que ocorre quando há uma obstrução por aterosclerose. A morte de parte do tecido cerebral resulta normalmente em paralisia parcial no lado oposto
Todos animais foram então submetidos à implantação do equipamento de estimulação cerebral profunda e passaram por um período de reabilitação física, uma espécie de fisioterapia adaptada. Metade dos roedores recebeu a estimulação cerebral e na outra metade, considerado como grupo controle, o estimulador não foi ativado
Foi então comparada a recuperação dos movimentos do grupo controle – que apenas passou por treinamento físico – com o grupo que recebeu a terapia de estimulação cerebral paralelamente ao treinamento físico
“Mensuramos a melhora por meio de tarefas já bem definidas na literatura científica, que buscam encorajar os animais a usar a pata afetada pelo AVC para pegar pedaços de comida e levá-los à boca.É possível comparar o número de pedaços e criar um índice de retorno de função. O grupo que passou pela DBS teve desempenho significativamente superior ao grupo controle”, contou Machado.
Mecanismo de ação
Ao investigar os mecanismos pelos quais a terapia induziu a melhora, a equipe descobriu que o grupo tratado apresentou o dobro do número de sinapses na área ao redor do AVC, quando comparado ao controle.
Também foi observado um aumento na expressão de proteínas relacionadas a um fenômeno conhecido como potencial de longa duração (LTP, na sigla em inglês), associado a processos de plasticidade cerebral.
“Esses dados indicam que a terapia favorece uma reorganização do cérebro, de modo que outras regiões possam assumir parte das funções que eram desempenhadas pelas áreas afetadas”, explicou Machado.
Estudos mais recentes do grupo, ainda não publicados, indicam que a terapia também induz o processo de neurogênese – que é a formação de novos neurônios – na área ao redor do AVC.
“Por meio de um método chamado imuno-histoquímica, analisamos amostras do tecido cerebral dos ratos submetidos ao tratamento e vimos aumento estatisticamente significativo no número de células novas comparado ao grupo controle”, disse o pesquisador.
Parte dos resultados obtidos até o momento foi divulgado em artigos na revistaBrain Stimulation, no The Journal of Neuroscience e na Frontiers Systems.
Nos Estados Unidos, quase 800 mil pessoas por ano sobrevivem ao AVC. Dessas, apenas 10% se recuperam quase totalmente. Cerca de 25% ficam com deficiência leve, 15% morrem pouco tempo após o episódio e 50% ficam severamente debilitados e dependentes de cuidados especiais.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), ocorrem 100 mil mortes todos os anos pela doença, atingindo quase na mesma proporção homens (50,5%) e mulheres (49,5%). Estima-se que outros 300 mil  sobrevivem, ficando com sequelas ou não.




sábado, 10 de outubro de 2015

Uma história de superação
















Meu nome é André Luis de Carvalho Ramos, sou Administrador de Empresas, casado, e pai de 03 filhos.
Tive meu AVC em DEZ/07, aos 46 anos de idade. Naquela oportunidade atuava como o responsável por Recursos Humanos de toda América do Sul, em uma importante empresa multinacional americana, e residia com a família na Argentina, porém de malas prontas para voltar para o Brasil, onde estava prevista uma promoção em pouco tempo.
Sempre gostei muito de minha profissão e nesse momento, até sem me dar conta, eu trabalhava de 14 a 18 horas por dia. É importante ressaltar que fazia isso por que gostava e não percebia o meu nível de stress. Concluí isso depois, por não considerar normal meu ritmo de trabalho.
Recebia elogios constantes de que era o executivo que mais entregava. A empresa não fazia ideia da minha jornada de trabalho.
Bom acrescente se a isso um sobrepeso de 25 kg. Apesar de não fumar e beber, vivia em total sedentarismo.
Atuava no Brasil, porém toda sexta feira voava para Argentina. Estávamos aguardando o término do ano escolar para retornar a Curitiba/PR.
Morava só no Brasil. 
Em uma sexta feira, como outra qualquer, retornei a Buenos Aires. Minha esposa me buscou no aeroporto e fomos jantar fora.  Ao voltar para casa, enquanto tomávamos um licor, senti uma grande moleza. A sensação era de queda de pressão (coisa que nunca tive, pois normalmente era elevada). A primeira coisa que me ocorreu foi – “é cansaço, vou deitar um pouco que passa”. Tive uma intuição forte que sugeriu que era grave e era melhor ir para o hospital. Foi o que sugeri para minha mulher. 
Nesse momento começou a formigar meu braço esquerdo (tive o AVC do lado direito do cérebro). Rapidamente pensei que era ataque cardíaco e pedi a minha esposa que fosse mais rápido, porém sem assusta-la. Não sentia nenhuma dor.
Ainda durante o trajeto começou a formigar fortemente a perna esquerda. Agora sim incomodou. Parecia que estava levando um choque naquela parte do corpo.
Cheguei ao hospital sem o domínio de meu corpo e com uma grande confusão mental, pois não entendia o que estava acontecendo comigo. Lembro-me que vários enfermeiros vieram me retirar do carro. Soube depois que naquele momento minha pressão arterial estava em 24 X 16.  E dá-lhe medicamento para controlar a P.A.
Passei por 03 hospitais e clinicas, pois, minha esposa não estava satisfeita com a precariedade e/ou falta de especialização e até higiene na UTI de alguns hospitais e com isso a empresa interviu e me encaminharam ao CIAREC – em Belgrano, Buenos Aires.
Recomendo que vejam no site. Trabalhava de 3 a 4 horas por dia entre fisioterapia, terapia ocupacional e até psicologia especializada em casos neurológicos. Foi muito importante esse acompanhamento que tive. Fiquei internado 04 meses lá, sendo que com o tempo comecei a passar os fins de semana em casa.
Também tive sorte de não ter sido necessário realizar a cirurgia na cabeça para retirar o excesso de sangue (meu organismo reagiu, drenando a região – realizava exames diários 
para avaliar a necessidade da cirurgia). 
Cheguei em cadeira de rodas e saí de lá caminhando com bengala.
Porém antes do início do trabalho de recuperação dei muito trabalho para a família, pois passei alguns dias em casa antes de iniciar a reabilitação. Como era muito acelerado, sempre queria fazer alguma coisa, esquecendo de minhas reais condições. Por diversas vezes saia da cama com intenção de fazer algo (tenho funcionalidade somente do lado direito do meu corpo) e no segundo passo ia ao chão com todos correndo para me socorrer.
Nessa fase, há uma grande confusão mental. Os pensamentos ficam desorganizados e não se consegue pensar de forma lógica.
Demorei alguns meses para me reorganizar mentalmente. 
Recebi autorização para voar em um avião 04 meses após o episódio, podendo voar em uma cabine pressurizada. Voltei ao Brasil, porém com grande dificuldade em encontrar profissionais de fisioterapia do mesmo nível que tinha na Argentina.
Acabei encontrando profissionais, mas somente após alguma procura. De uma forma geral e não menosprezando os mesmos, há um certo receio em lidar com pacientes neurológicos e seus limites. Onde tive maior dificuldade foi com os educadores físicos. 
Não quis me aposentar e ao querer retornar ao trabalho, após quase 01 ano, havia uma pessoa ocupando minha posição. Tive que insistir para o INSS me dar alta, pois havia ficado com hemiparesia.  E no final da história acabei sendo desligado.
Como insisti em querer trabalhar, recebi um convite e fui trabalhar em Caxias do Sul. Lá encontrei profissionais dedicados e um excelente neuro (Marcelo Matanna), que me esclareceu muitas coisas sobre minha enfermidade (inclusive informando que o que eu não conseguisse recuperar em 03 anos, provavelmente não conseguiria mais).
Após 2 anos retornei a Curitiba.
Com o desemprego batendo à porta, pedi revisão da minha situação no INSS e atualmente estou aposentado.
Montei uma consultoria (www.abramos.com.br) e sigo trabalhando (pouco em função da crise).
Tenho total autonomia, realizando toda minha higiene pessoal, apesar de ter disfunção em metade do corpo. Reaprendi e adaptei diversas funções a meu lado funcional. 
Atualmente dirijo carros automáticos, sem necessidade de adaptação (tive grande dificuldade em obter minha CNH e provar ao Detran das minhas capacidades). Aprendi a me alimentar em grande parte sem auxílio, somente com a utilização de uma mão (sem chamar a atenção e agindo civilizadamente), me visto sozinho, faço academia 02 a 3 vezes por semana com personal trainer (com especialização em neuro e com experiência anterior com seu pai, que também teve o mesmo problema de saúde). Inclusive quando comecei falei que não conseguia fazer esteira. Começamos a 1km/h, hoje já consigo andar a 5km/h. meu objetivo é o de conseguir correr. Bicicleta também. No início tinha que amarrar meus pés para que não caíssem dos pedais. Hoje já consigo ter coordenação para executar sem amarra-los. É importante ressaltar que ele não acreditou nos limites que estabeleci (crenças limitantes) e me exigiu mais.
Para que alguns entendam o quão desafiador é essa questão, é que como não tenho sensibilidade nos braço e perna esquerdos consigo fazer meus movimentos através de um comando mental. É complicado comandar uma parte do corpo que não se sente. Faço tudo isso controlando mentalmente os movimentos (principalmente o andar e não deixar o joelho dobrar para frente). Pensem de como seria andar sem sentir uma das pernas torcendo para ela estar acompanhando. Foram alguns tombos interessantes no começo.
Também tive a sorte de não perder a função sexual. Continuei a ter ereções e sensibilidade, mas tive que aprender algumas coisas, principalmente novas posições.
Por tudo isso que passei e aprendi, acredito que possa compartilhar e incentivar pacientes e familiares de existe a possibilidade de se melhorar. Existe vida após o AVC!!
Não deixei que a doença alterasse meu senso de humor. Tive que aprender a rir de mim mesmo, não ter auto piedade, não deixar a depressão se aproximar e persistir sempre.


André Luis de Carvalho Ramos
Curitiba/PR
Contato: andre.l.c.ramos@hotmail.com

Vamos Lá Gente

Eu me Importo

http://www.abavc.org.br/caminhada-vencendo-o-avc-campanha-de-avc-2015/

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Evite um AVC. Check Seu Pulso CAMPANHA DE AVC 2015

A cada seis segundos, independentemente da idade ou sexo, alguém em algum lugar morre de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Isso, no entanto, é mais do que uma estatística de saúde pública. A Organização Mundial de AVC ((World Stroke Organization-WSO) está pedindo medidas urgentes para enfrentar a epidemia silenciosa, e lançou em 2010 a campanha “Um em cada seis” no Dia Mundial do AVC, 29 de outubro.
O tema “Um em cada seis” foi escolhido para destacar o fato de que hoje, um em cada seis pessoas no mundo inteiro terá um AVC durante a sua vida. Todos estão em risco e a situação pode piorar com a complacência e a inércia.



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Checklist Pós-AVC: Melhorando a qualidade de vida pós-AVC

O PSC foi desenhado para ser um checklist simples e “fácil de fazer” para suprir os aspectos mais amplos da qualidade de vida, depois do acidente vascular cerebral e deve ser conduzido com o paciente e com a ajuda do cuidador, se for necessário.
A partir da sua resposta, haverá algumas recomendações de como proceder. Você poderá inclusive mostrar o checklist para o seu Médico, Fisioterapêuta, Terapêuta Ocupacional, Enfermeiro ou outro Profissional da área da sáude que esteja lhe acompanhando, para ajudá-lo no tópico apontado
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Acesse o link: http://www.abavc.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Check-list-pos-AVC.pdf

World Stroke Campaign (Campanha Mundial de AVC) 2014 Brasil

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Médicos brasileiros tem sucesso com cirurgia que combate efeitos do AVC

Médicos do Hospital das Clinicas de São  Paulo realizam um feito inédito no mundo, reduzir os efeitos colaterais do AVC, através de cirurgia no cérebro. No ano passado, quando um novo aparelho chegou ao mercado, eles tiveram a chance de fazer uma cirurgia que ninguém tinha feito antes no mundo todo. Os neurologistas do HC colocaram um fio, bem fininho no cerebelo, a parte do cérebro que comanda os movimentos do corpo, como um maestro regendo uma orquestra. Esse fio é ligado numa bateria acima do peito e libera a energia elétrica que o cerebelo precisa para voltar a funcionar da forma certa.


http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/09/medicos-brasileiros-tem-sucesso-em-cirurgia-que-combate-efeitos-de-avc.html

Médicos Americanos estabelecem nova pressão

Médicos americanos anunciaram um número, nesta sexta-feira (11), que atraiu a atenção do mundo todo: eles determinaram qual é a pressão arterial máxima para não ser considerado um hipertenso.
Um estudo financiado pelo governo americano acaba de concluir que é preciso mudar a meta do que é considerado pressão alta. Isso pode mudar a sua vida: você pode ter acabado de entrar na lista dos hipertensos.

Nos Estados Unidos, no Brasil e no resto do mundo, a hipertensão é definida como uma pressão arterial acima de 14 por 9. O que o estudo descobriu é que, se a gente conseguir baixar o limite máximo de 14 para 12, nossa saúde pode melhorar muito. E, se todo mundo fizer isso, milhões de vidas podem ser salvas.

domingo, 30 de agosto de 2015

mitos, verdades e mentiras sobre AVC

O tipo mais comum de AVC é quando uma artéria do cérebro entope. O outro tipo é o hemorrágico, conhecido como derrame, que é quando um vaso se rompe e extravasa sangue para o cérebro. De acordo com a coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Gisele Sampaio Silva, quando o paciente chega a uma unidade hospitalar dentro de 4h30 é possível tratá-lo com um medicamento chamado trombolítico, no caso do isquêmico, que desfaz o coágulo e normaliza o fluxo sanguíneo até o cérebro. Caso isto seja possível, a chance de se ter uma sequela diminui consideravelmente.
"Se o tratamento for feito de maneira rápida, se a artéria foi recanalizada rapidamente, o paciente pode sair totalmente sem sequelas", diz a especialista.
"Se o tratamento for feito de maneira rápida, se a artéria foi recanalizada rapidamente, o paciente pode sair totalmente sem sequelas", diz a especialista.
Existem também os pequenos AVCs, chamados de lacuna, que podem ocorrer várias vezes sem que a pessoa perceba, explica o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama.
Este tipo da doença, a longo prazo, pode afetar a memória do paciente. O grande problema, segundo o especialista, é que as pessoas não se atentam aos sintomas e perdem tempo para iniciar o tratamento."Os cinco principais sinais de que se está tendo um AVC são fraqueza de um lado do corpo, dormência de um lado do corpo, perda de visão súbita, dificuldade para falar e, por último, uma forte tontura".

Idosos

A doença não afeta exclusivamente pessoas idosas, apesar de ser mais comum em quem tem acima de 55 anos.
"Quando a gente fala em AVC em jovem, nós também apontamos casos em pessoas abaixo dos 55 anos. O fator mais comum em crianças são doenças genéticas. Já nos jovens, é a dissecção das artérias do pescoço, que é quando há uma lesão na parede do vaso que leva o sangue ao cérebro. Esta lesão pode ocorrer por causa de um trauma, por exemplo, como a batida de um carro", diz Gama.
Entretanto, segundo Gama, os jovens possuem uma maior neuroplasticidade no cérebro, que faz com que outros neurônios cubram a função dos que morreram durante o AVC, fazendo com que o paciente se recupere em até 100%.
Segundo os especialistas, a melhor forma de se combater um AVC é a prevenção. Uma boa dieta, associada com exercícios físicos, o controle da pressão arterial, do diabetes, do colesterol e do triglicerídeo diminuem as chances de o indivíduo ter a doença. "Toda vez que a gente fala em uma prevenção, falamos tanto da primária, que é para o indivíduo nunca ter a doença, e da secundária, que é o paciente que já teve o AVC e que deve se prevenir para não ter outro", afirma Gama.

Veja a seguir mitos e verdades sobre o AVC

Chances de ter AVC é maior para homens do que para mulheres. PARCIALMENTE VERDADE - "Sabe-se que ser do sexo masculino é um fator de risco para se ter AVC. No entanto, pela expectativa maior de vida, a mulher acaba tendo mais chances de se ter AVC, já que o risco da doença também aumenta com a idade do indivíduo, sobretudo acima dos 55 anos", segundo Gisele Sampaio Silva, coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN)
Estresse pode provocar AVC. PARCIALMENTE VERDADE - O sintoma "estresse" não leva ao AVC de forma direta. "O AVC é uma doença cardiovascular, uma doença de vasos, e o estresse leva a uma descarga de adrenalina muito grande ao corpo e faz com que o corpo fique mais propenso a arritmias, ao aumento da pressão arterial, e estes são os fatores de risco para o AVC. Então, uma pessoa muito estressada pode ficar mais hipertensa, e isso sim pode levar ao AVC", diz o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama
Crianças e jovens não têm chances de sofrer AVC. MITO - O AVC em crianças e jovens é mais comum do que se imagina, de acordo com o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama. "Quando a gente fala em AVC em jovem estão inclusos os casos em pessoas abaixo dos 55 anos. O fator mais comum em crianças são doenças genéticas. Já nos jovens, é a dissecção das artérias do pescoço, que é quando há uma lesão na parede do vaso que leva o sangue ao cérebro. Esta lesão pode ocorrer por causa de um trauma, por exemplo, como a batida de um carro"
AVC não apresenta sinais antes de ocorrer. PARCIALMENTE VERDADE- Existem pequenos AVCs, chamado de lacuna, que podem ocorrer várias vezes sem que a pessoa perceba, diz o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama. Este tipo da doença, a longo prazo, pode afetar a memória do paciente. O grande problema, segundo o especialista, é que as pessoas não se atentam aos sintomas e perdem tempo para iniciar o tratamento. "Os cinco principais sintomas são fraqueza de um lado do corpo, dormência de um lado do corpo, perda de visão súbita, dificuldade para falar e, por último, uma forte tontura", afirma
Se eu tiver um hábito alimentar saudável, com pouca gordura animal, não terei AVC. PARCIALMENTE VERDADE - "O que faz evitar a doença vascular e cardiovascular é um cuidado geral com a saúde. A dieta é um dos pilares deste cuidado. Se você tiver hipertensão e não tratar, mesmo tendo uma dieta saudável há o risco de se ter AVC", afirma Gisele Sampaio Silva, coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). O melhor tratamento para o AVC, e as doenças cardiovasculares em geral, é a prevenção. "As pessoas devem controlar a pressão arterial, o diabetes, o colesterol e o triglicerídeo. Não fumar e ter uma alimentação saudável também contribuem para diminuir as chances de se ter AVC", diz o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama 
Consumir álcool aumenta as chances de se ter AVC. PARCIALMENTE VERDADE - "O problema do álcool é que ele não vem sozinho. Ele é acompanhado de hábitos e estilo de vida não saudáveis que aumentam as chances de se ter um AVC", diz o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama. De acordo com Gisele Sampaio Silva, coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), o álcool em excesso aumenta a chance de se ter AVC hemorrágico, mas o consumo moderado, como uma taça de vinho por dia, pode ajudar na prevenção do AVC isquêmico e doenças do coração
AVC sempre deixa sequelas. MITO - Os pequenos AVCs, chamados de lacuna, não deixam sequelas instantaneamente, ocorrendo de modo silencioso. Entretanto, ocorrendo ao longo da vida, a repetição da ocorrência da doença pode causar perda de memória a longo prazo. "Se o tratamento for feito de maneira rápida, se a artéria foi recanalizada rapidamente, o paciente pode sair totalmente sem sequelas", afirma Gisele Sampaio Silva, coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) 
Sequelas do AVC são para vida toda. MITO - "Quanto mais jovem for o paciente, maior a chance de ele reverter as sequelas. Uma vez que você teve o AVC, neurônios acabam morrendo. Os jovens possuem uma neuroplasticidade que faz com que outros neurônios cubram a função dos que morreram, permitindo que o paciente se recupere em até 100%", diz o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama. Segundo o especialista, há também casos de idoso que já se recuperaram, mas é mais recorrente em jovens
Só se tem AVC uma vez na vida. MITO - Uma vez que você teve um AVC, há uma chance maior de se ter outro, alerta o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama. "Toda vez que a gente fala em uma prevenção, falamos tanto da primária, que é para o indivíduo nunca ter a doença, e da secundária, que é o paciente que já teve o AVC e que deve se prevenir para não ter outro", afirma. De acordo com Gisele Sampaio Silva, coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), "quando o paciente tem AVC, a doença é um marcador de que o indivíduo é um doente de alto potencial" 
Diabético ou hipertenso têm mais chances de ter AVC. VERDADE - "Tanto o diabético quanto o hipertenso têm mais chances de ter doenças vasculares. E estas são as principais causas do AVC. Existem fatores de riscos não modificável e modificável. O primeiro é a idade e o sexo do paciente. O segundo, como já diz, é controlável. Então o paciente deve controlar bem a pressão, o diabetes, não fumar, praticar exercícios físicos etc."
Fonte; "Se o tratamento for feito de maneira rápida, se a artéria foi recanalizada rapidamente, o paciente pode sair totalmente sem sequelas", diz a especialista.
Existem também os pequenos AVCs, chamados de lacuna, que podem ocorrer várias vezes sem que a pessoa perceba, explica o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama.
Este tipo da doença, a longo prazo, pode afetar a memória do paciente. O grande problema, segundo o especialista, é que as pessoas não se atentam aos sintomas e perdem tempo para iniciar o tratamento."Os cinco principais sinais de que se está tendo um AVC são fraqueza de um lado do corpo, dormência de um lado do corpo, perda de visão súbita, dificuldade para falar e, por último, uma forte tontura".



Quatro anos depois do AVC

Após  quatro anos depois de sofrer um AVC ao vivo durante uma partida de futebol entre Vasco e Flamengo pelo campeonato brasileiro o ex-jogador e agora treinador Ricardo Gomes, já está de volta ao trabalho, uma vitoria pela gravidade do evento, na época Ricardo foi submetido a uma cirurgia que durou quase trés horas. Segundo Ricardo foram quatro anos de muita luta e persistência, com exercícios diários de fisioterapia, fonoaudiologia, treinamento de resistência e força na academia do Vasco, o próprio Gomes afirma que ainda não está totalmente recuperado além da dificuldade da fala tem no lado direito do corpo pequenas sequelas, porém devido a gravidade pode-se dizer que o ex-jogador venceu as sequelas do AVC.
Parabéns Ricardo você é um vencedor.

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2015/08/o-avc-quatro-anos-depois-da-dor-felicidade-vitoria-de-ricardo-gomes.html

sexta-feira, 10 de julho de 2015




Associação Americana aprova uso de stent no cérebro para tratar AVC

Primeira opção de tratamento é uso de droga que dissolve coágulo.
Stent 'aprisiona' coágulo e depois é removido
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artigo publiado em:

Pode o AVC acontecer em qualquer idade?



Recentemente, a American Heart Association e a American Stroke Association, em parceria com a International Alliance for Pediatric Stroke, divulgaram no mundo a mensagem: Stroke Can Happen at Any Age (AVC Pode Acontecer em Qualquer Idade), alertando para eventos cerebrovasculares no feto, no período perinatal (nascidos entre 28 semanas de gestação e 28 dias de vida pós-natal), na criança (com predomínio nos três primeiros anos de vida) e adolescência.
 
No feto, o AVC raramente é identificado na mãe gestante através do ultrassom trans-abdominal; somente após o nascimento, no terceiro ou quarto mês de vida, pode ser detectado eventual alteração motora, sendo confirmado, então, o AVC por Tomografia ou Ressonância Magnética de crâneo. Os fatores de risco para icto fetal dependem: das condições maternas (trombofilias, alteração de coagulação sanguínea, gestante usuária de drogas ilícitas); fatores placentários e causas não identificadas.
 
Em Neonatos, o quadro clínico agudo se manifesta no período de 24-72 horas após o nascimento, e se caracteriza por: hiperexcitabilidade, ou alterações da vigilância, sucção diminuída, hipotonia, apnéia com ou sem convulsões. O diagnóstico é confirmado utilizando exames de imagem. Existe, no entanto, possibilidade do AVCI ou AVCH ter ocorrido no último trimestre da gestação, sendo esta condição, identificada como AVC Presumível Intragestacional.
 
Convém lembrar que têm sido possível detectar fatores associados, complicadores, como hipertensão arterial materna, pré-eclampsia, oligohidrâmnio, corioamnionite, ruptura de membranas, alterações placentárias e frequência cardíaca fetal anormal.
 
Na Infância, o quadro clínico inaugural se caracteriza por: manifestações convulsivas, modificações da vigilância, particularmente em crianças com idade inferior a dois anos; alterações motoras (hemiparesia, modificações posturais); em lactentes, após o icto, pode haver comprometimento da emissão de sílabas, de palavras, permanecendo o choro, irritabilidade ou apatia. Com os achados acima expostos, a criança acometida, deve ser internada imediatamente em unidade de terapia intensiva, visando comprovar o diagnóstico, utilizando recursos de laboratório e exames de imagem, identificando o tipo, o local e a extensão do território vascular comprometido.
 
Os avanços no conhecimento da fisiopatologia de várias doenças pediátricas, como as neoplasias, doenças imunológicas e, de modo geral, anormalidades sistêmicas, têm prolongado a sobrevivência de crianças e adolescentes, possibilitando dessa forma, a ocorrência mais tardia de insultos vasculares, isquêmicos, hemorrágicos e tromboses.
 
Qual o impacto do insulto vascular no desempenho evolutivo de crianças e adolescentes em relação as funções intelectuais, neurocomportamentais e rendimento acadêmico ?
Interessantes constatações evolutivas têm sido publicadas na literatura nacional e internacional, relatando que os pacientes que apresentaram piores resultados no desempenho neuropsicológico foram aqueles com AVC constatado em idade precoce; em lesões cerebrais córtico subcorticais extensa, quando desenvolveram manifestações epilépticas, ou recorrência do AVC.
 
Profª Drª Maria Valeriana Leme de Moura Ribeiro, Profª Sylvia Maria Ciasca & Equipe CNPq Anormalidades Neurovasculares na Infância e Adolescência

segunda-feira, 29 de junho de 2015

o Bendito AVC

Este mês o capeta do AVC ta danado fazendo vitimas Brasil afora e no mundo, foi o Russo, ex-ajudante de palco da Globo (que graças aos Deuses não corre risco de vida), Waldo Vieira (médico e pesquisador), Alexandre Régis Reis (enfermeiro que sofreu AVC em um parque em Uberlândia e passou a noite toda desacordado e sem socorro), e por aí vai, isso me revolta, caramba até quando essa doença vai tirar  vidas ou deixar sequelas definitivas em pessoas de todas idades, é isso, fazer o que né.

Waldo Vieira sofre AVC

Fundador do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) em Foz do Iguaçu, o médico e pesquisador Waldo Vieira (83) está internado na UTI do Hospital Ministro Costa Cavalcanti.
A internação ocorreu na quinta-feira da semana passada, dia 25. No dia 26, segundo a assessoria do Hospital, Waldo sofreu um AVC (Acidente vascular cerebral) e segue em coma, respirando com a ajuda de aparelhos. Os médicos afirmam que o estado é grave, mas estável.
Mundialmente conhecido por ser o propositor da conscienciologia e da projeciologia, Waldo é autor de 4 tratados, mais de 20 livros e centenas de artigos publicados em diversos periódicos científicos no Brasil e no Exterior. Com autoridade científica reconhecida, o pesquisador da consciência, projetor lúcido e parapsíquico Waldo Vieira é membro das mais importantes associações internacionais para pesquisa parapsíquica do mundo.
Há mais de meio século, Vieira vem desenvolvendo técnicas eficazes propostas aos pesquisadores e estudiosos interessados, para promover a projeção consciente voluntária e o domínio das bioenergias. 

Russo sai do coma induzido após AVC | O POVO

Russo sai do coma induzido após AVC | O POVO

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Redução de Morte Cardiovasculares com medicamentos Brasileiros


IECAs – descobertos em Ribeirão Preto, em 1962, pelo pesquisador Dr. Sérgio Ferreira – apresentam resultados impactantes na redução da mortalidade decorrente da hipertensão e voltam a ser foco de estudos no mundo inteiro
 
Em palestra para cerca de 200 médicos, durante a SOCESP, em São Paulo, Dr. Luiz Bortolotto, diretor da Unidade de Hipertensão do Incor, apresentou dados significativos de estudos realizados recentemente em diversos países comparando as principais classes de medicamento contra hipertensão, os IECAs (inibidores da enzima conversora da angiotensina) e os BRAs (bloqueadores do receptor da angiotensina).
 
Enquanto os IECAs apresentaram uma redução de 17% do risco de morte cardiovascular, de 22% do risco de um acidente vascular cerebral (AVC) e de 17% do risco de infarto, os BRAs apresentaram resultados neutros em todos os casos, exceto no risco de AVC, cuja redução foi de 17%. Os IECAs apresentaram, ainda, redução do risco de morte global, de 13%.
 
“A maior parte dos brasileiros está fora das metas terapêuticas, o que leva ao aumento da mortalidade. É preciso que os médicos entendam que não basta apenas controlar a pressão arterial. O tratamento anti-hipertensivo deve ser capaz também de proteger os órgãos-alvo e reduzir o risco cardiovascular”, explica o médico, se referindo à proposta dos IECAs.
 
“Esta classe de medicamentos tem apresentado mais evidências de superioridade na proteção cardiovascular dos pacientes hipertensos, notadamente pela redução do risco de infarto do miocárdio”, finaliza.
 
A hipertensão é um problema grave no país, é a principal causa de morte cardiovascular entre os brasileiros, e atinge mais de 30% da população adulta. Mais de 60% das pessoas têm conhecimento sobre sua condição, mas apenas metade delas está em tratamento, e somente 20% têm a doença controlada.
 
Em seguida, o cardiologista e pesquisador canadense, Dr. Martin Strauss, conduziu uma palestra sobre como controlar a pressão arterial e reduzir o risco de eventos coronarianos, ressaltando a importância dos IECAs na proteção do sistema cardiovascular.
 
Após apresentar cronologicamente os estudos mais importantes referentes aos BRAs e aos IECAs, Dr. Strauss reforçou a importância dos médicos se basearem nas evidências para tomar decisões no dia a dia clínico. Para ele, não há dúvidas de que os IECAs representam a melhor opção para o tratamento da hipertensão, incluindo os pacientes hipertensos diabéticos e/ou com disfunção renal.
 
“Quando você trata um paciente, deve mostrar a ele que o medicamento pode fazer com que viva mais. É o que as pessoas querem, é o que nós queremos”, comenta. O médico apresentou ainda dados da prática médica canadense, onde as diretrizes para o tratamento da hipertensão possuem metas mais ousadas, devido à análise rigorosa das evidências.
 
“Enquanto em todo o mundo a meta de pressão arterial para pacientes hipertensos e diabéticos é de 14/9, no Canadá esta meta é de 13/8”, exemplifica.
 
Sobre os IECAs
 
Em 1962, o médico e pesquisador Dr. Sérgio Ferreira, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, descobriu o fator potencializador da bradicinina, através do veneno da cobra Jararaca. Sua descoberta foi o primeiro passo para a utilização dos inibidores da enzima conversora da angiotensina, os IECAs. No fim dos anos 90, os bloqueadores dos receptores de angiotensina (BRAs) ficaram em evidência devido a alguns estudos o destacarem como uma opção aos IECAs. Agora, mais de 15 anos depois da chegada dos BRAs, e mais de 50 anos após a descoberta dos IECAs, eles voltam a estar em evidência em uma série de estudos retrospectivos e prospectivos. É interessante observar que os resultados positivos alcançados pelos IECAs foram potencializados por algumas moléculas, tal como o perindopril arginina.
 
Os IECAs atuam de uma forma que resulta numa vasodilatação e também com ação anti-inflamatória sobre o sistema circulatório. Sua principal diferença em relação aos BRAs é que, além de impedir a produção da angiotensina (que causa a hipertensão e tem efeito tóxico direto sobre o tecido do sistema vascular, coração, cérebro e rim), atenuando os efeitos e reduzindo a pressão, eles previnem a degradação da bradicinina, que tem grande importância para a proteção cardiovascular.

Fonte:www.segs.com.br
 
 
 
Empresa desenvolve dispositivo eletronico que ajuda na reabilitação de pacientes sequelados vitimas de AVC e outras doenças neuromusculares. o aparelho para as pernas deverá está disponivel no mercado ainda este ano já do braço ano que vem, http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/empresa-desenvolve-dispositivo-para-ajudar-pacientes-com-avc

Noiva Sofre AVC na Véspera do casamento

No ultimo dia 12/6 (dia dos namorados) no hospital Márcio Cunha em Ipatinga, realizou-se a inusitada  União de Kleiton e Jhullimayre que  foi maquiada para o grande dia pelas próprias enfermeiras e ainda contou com um buquê improvisado com flores colhidas no jardim do hospital. Até aí, nada de extraordinario, se não fosse pelo fato de a noiva ter sofrido um AVC, as vésperas do casamento, e ter sido internada na UTI, onde realizo-se a cerimonia. Lindo nê? 
http://noticias.r7.com/minas-gerais/noiva-sofre-avc-na-vespera-do-casamento-e-realiza-cerimonia-em-hospital-21062015

segunda-feira, 15 de junho de 2015

quinta-feira, 4 de junho de 2015

50 Anos de Pilula Anticoncepcional






Em 1967, foi lançado nos Estados Unidos um medicamento voltado aos distúrbios da menstruação. Seu nome era Enovid, e a  bula trazia uma advertência: pode causar suspensão temporária da fertilidade.  Em pouco tempo o remédio começou a ser utilizado por mulheres como anticoncepcional.
Entre 1957 e 1960 milhares de mulheres recorreram ao novo medicamento, até que a FDA, orgão dos Estados Unidos, responsável por controlar os medicamentos aprovou a pilula como o primeiro anticoncepcional ministrado por via oral. 
Porém, fazia mais ou menos um ano de regulamentação quando soube-se do primeiro caso de reação adversa grave, uma usuária sofreu embolia pulmonar, de 1961, até hoje muitas outras vitimas surgiram, inclusive nas redes sociais, onde compartilham suas histórias e informações sobre os riscos do anticoncpicional oral, acendendo um sinal amarelo na cabeça de muitas mulheres usuárias.
A questão é: o método é seguro?  de modo geral sim, mas a verdade é que ela traz efeitos colaterais e complicações, embora raras, podem ser graves. O maior risco é o de trombose (formação de coágulos de sangue que podem causar AVC ou embolia pulmonar). Existe outros fatores de risco além da  associação de estrogênio e progesterona que podem aumentar a vulnerabilidade ao problema  como tabagismo, pressão alta, idade e predisposição genética.

Atriz de JORNADA NAS ESTRELAS, sofre AVC


A atriz Nichelle Nichols de 82 anos, esta internada em um hospital de  Los Angeles, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), segundo uma fonte ligada a atriz, ela foi levada as pressas na quarta-feira 3, a uma unidade de saúde, mas passa bem, ela esta acordada e descansa, porém segue internada, fazendo exames para averiguar a gravidade do AVC,
Nichelle Nichols ficou famosa por interpretar a personagem Uhura, no seriado Jornada nas Estrelas, e em seis filmes da mesma franquia, o último "Jornada nas Estrelas VI - A Terra Desconhecida, de 1991.



Nichelle Nichols (Foto: Agência Grosby Group)