quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sempre é bom aprender

vale a pena ler:

histórias comoventes

quem pensa que AVC só ocorre em pessoas idosas ou maduras, se engana,que crianças de qualquer idade sofre um AVC, também já sabíamos, mas  é incrível como acomete o individuo no nascimento, e como essas crianças se recuperam muitas vezes sem sequelas, é impressionante. vale a pena ler esta matéria que relata casos emocionantes de superação.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

outra pesquisa

Talvez seja também uma outra esperança, estamos chegando lá, tenho esperança que meu cérebro vai se regenerar, brincando costumo falar que o "tico" vai conseguir se comunicar com o "teco"  http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2014/08/22/medicina-celular-chega-com-forca-as-pesquisas-ortopedicas/

pesquisa de novo medicamento

Uma esperança para pessoas assim como eu sofreram lesões cerebrais, seja de derrame ou por lesões da medula, segunda a pesquisa esta substancia é capaz de regenerar os neurônios e estabelecer a comunicação  interrompida com o resto do corpo, se realmente funcionar é um avanço espetacular na neurociência mundial, sem falar nos beneficios que isto traz as pessoas, vamos esperar, pelo meno é uma esperança bem real. e o que mais espetacular foi desenvolvida aqui na amazônia, por estudantes e cientista da UFPA.http://www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/leia-tambem/1540-camapu-induz-producao-de-neuronios

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

sexualidade pós avc

Após um AVC é normal ter dificuldades de adaptação em executar atividades que antes eram rotineiras e, a atividades sexual está entre elas,  as mudanças físicas pode afetar a sua libido, exigindo um certo cuidado com o emocional da pessoa que sofreu o evento. Muitos acham que a sexualidade do individuo afetado acabou, pois durante o ato sexual tem o risco de ocorrer um novo AVC, bobagem, não existe este risco, a pessoa pode aceitar as mudanças do seu corpo e ter uma atividade sexual satisfatória.

Beneficios sociais para pessoas que tiveram avc

Estudos mostram que dois terços das pessoas que tiveram AVC ficaram com algumas sequelas, repercutindo em dificuldade motora, na comunicação cognitiva e psicológica. As alterações motoras têm forte influência na qualidade de vida, no grau de dependência e nos cuidados de uma pessoa que teve AVC. Advindas dessa incapacidade, estão as limitações para cumprir as atividades do dia-a-dia, como manusear objetos, andar, seguir na profissão e cuidados pessoais
As sequelas resultantes de AVC têm duração e limitações variadas. Normalmente, a recuperação é de médio e longo prazo e implica variados graus de dependência dos cuidados. Por essa razão, a recuperação do doente envolve esforços conjuntos dele e de sua família, além dos profissionais de saúde, tanto no âmbito hospitalar quanto ambulatorial. Diante dessas situações, são necessárias algumas garantias para facilitar a manutenção e a recuperação do equilíbrio na saúde, como a intervenção estatal nos casos de insuficiência de recursos financeiros.
Por ser considerada uma doença incapacitante em função de algumas sequelas resultantes da doença AVC, essas pessoas são consideradas, para efeito de direitos, pessoas com necessidades especiais, enquadrando-se, portanto, nos programas sociais para Pessoas Portadoras de Deficiência.
a. Pessoas portadoras de paralisia irreversível e incapacitante terão direitos às seguintes isenções fiscais: Imposto de Renda (IR) – as pessoas com deficiência que apresentam situação de rendimentos oriundos de aposentadoria, pensão ou reforma incluindo a complementação recebida por entidade privada (previdência privada) e pensão alimentícia. Porém a isenção não desobriga a entrega anual da declaração de imposto de renda.
b. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e ICMS, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA), na aquisição de automóvel com 127 HP de potência bruta destinado para o uso exclusivo do adquirente portador de deficiência física. Os carros são modificados (adaptados) e devem permanecer com o comprador por, no mínimo, 2 anos. O condutor também poderá adquirir um automóvel, desde que prove estar comprando para um portador de deficiência.

Direito à Previdência e Assistência Social

O portador de sequelas de AVC tem direito a aposentadoria por invalidez, ao saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS).
Nos casos em que o beneficiário necessitar de ajuda permanente de outra pessoa devido à incapacidade
permanente para as atividades da vida diária, deverá receber adicional de 25%.
Outro dos seus direitos é o recebimento de um salário mínimo mensal, na ausência de condições de provimento da subsistência. (BPC-Benefício de Prestação Continuada). Tais benefícios devem ser solicitados ao INSS.

Transporte coletivo

Interestadual: destinado a pessoas que recebem até um salário mínimo por mês.
Joinville: Existe Transporte Eficiente com isenção do pagamento de tarifas pelo usuário e acompanhante, quando a renda familiar obedecer aos critérios da empresa.
Empresas como “Transporte Eficiente”: Gidion – telefone: 3461-2134; Transtusa – telefone: 3441-9999.
Para fazer jus a esse benefício, o cadastro é feito diretamente nas empresas concessionárias e ou permissionárias.
Há prioridade de embarque e reserva de vagas nos estacionamentos e ônibus para as pessoas com deficiência. As empresas públicas de transporte e as concessionárias de transporte coletivo precisam reservar assentos destinados para esses usuários.

Tratamento personalizado

Os portadores de sequelas têm direito a atendimento diferenciado e imediato em serviços públicos e bancos e essas instituições têm obrigatoriamente que viabilizar essa condição.
No caso de negação aos direitos, pode-se recorrer a instâncias especializadas para abrigar e auxiliar na luta pela conquista.
Ministério Público – titular das ações civis para interesses individuais e coletivos. Endereço: Avenida Juscelino Kubitschek, 410 –Centro Joinville – Telefone: (47) 3441-7200
Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) – Serviço de Promoção à Pessoa Portadora de Deficiência. Endereço: Av. Procópio Gomes, 749 – Telefone: (47) 3802-3700
Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência
Endereço: Rua Afonso Pena, 840 – Bairro Bucarein – Telefone: (47) 3433-8659
Fonte: ABAVC – Associação Brasil AVC www.abavc.org.br
Elaboração:
Ivete Dias Rocha – Assistente Social idiasrocha@bol.com.br
Equipe Interdisciplinar U-AVC – HMSJ – Joinville – SC

Dificuldades Emocionais pós AVC


A pessoa que sofreu um AVC (derrame) pode apresentar alterações no comportamento e/ou personalidade. Essas alterações podem ser resultado de uma lesão cerebral ou uma resposta emocional pela condição em que se encontra. Sendo assim, as principais alterações após o AVC são: impulsividade, apatia, labilidade emocional e depressão.
Impulsividade: é um tipo de alteração do comportamento, segundo o qual as pessoas passam a agir de forma imprudente, como por exemplo: querem andar sozinhas sem ter condições, outras querem dirigir, colocando a própria vida e a dos outros em perigo. Na presença dessa reação, é indicada a necessidade de orientação desse paciente, esclarecendo sobre os riscos a que ele pode estar sujeito diante de atitudes impensadas.
Apatia: é muito fácil de ser confundida com a depressão. As pessoas apáticas aparentam não se preocuparem com nada e podem ficar horas olhando para um único lugar. O que ajudará a pessoa com apatia é incentivá-la a movimentar-se e dar-lhe opções de escolha; mas é importante deixar claro que ela precisa escolher.
Labilidade Emocional: é um descontrole das emoções, como por exemplo: chorar com facilidade (muitas vezes, sem razão aparente), sorrir descontroladamente ou ter mudanças de humor repentinas. Como essas reações são efeitos do AVC, não adiantará pedir para o paciente parar de chorar; a atitude correta é perguntar como a pessoa quer ser tratada durante aquele período.
Depressão: pode ocorrer logo após o AVC ou num período posterior. Deve ser tratada logo que possível; caso contrário, dificultará a reabilitação. É importante que a família e os amigos entrem em contato com um médico ao notarem os sinais de depressão. Esses sinais podem ser percebidos por meio dos seguintes sintomas:
  • persistência de humor triste, ansioso ou negativo;
  • perda de interesse em atividades agradáveis;
  • sentimentos de culpa e inutilidade;
  • fadiga persistente;
  • insônia;
  • inquietação e irritabilidade;
  • mudanças de peso e apetite;
  • tentativas de suicídio;
  • esquecimentos ou perda de memória.
A depressão, quando tratada a tempo, aumenta a possibilidade de recuperação física e mental. Estudos têm mostrado que os pacientes cuja depressão foi tratada, recuperam melhor as funções, como: linguagem, memória e coordenação motora. Ao perceber os sintomas da depressão, deve-se procurar um médico para que ele possa receitar o antidepressivo mais adequado.
Outro recurso importante é a psicoterapia, quando associada ao uso da medicação.

De que forma cuidadores e familiares podem ajudar?

  • Por meio da criação de situações sociais nas quais a pessoa possa ser incluída, como por exemplo: passeios e encontros familiares.
  • Incentivar os pacientes a participarem de grupos de apoio, os quais também são úteis para aliviar os sintomas da depressão.
  • Motivá-los a cuidarem de sua aparência para melhorar a autoestima.
  • Incentivá-los a se manterem ativos, pois essa é a chave para a recuperação da depressão.
Referência:
Thinking And Behaviour issues After Stroke
Disponìvel em: http//www.heartstroketayside.org.uk/content/pdfs/ss9_thinking_and_beha- viour_issues.pdf
Elaboração:
Maria das Dores Oliveira Santiago Silva – Psicóloga dorinhasantiagopsico@hotmail.com
Equipe Interdisciplinar U-AVC – HMSJ – Joinville – SC


Mudanças no Tratamento da Hipertensão


 Aconteceu em Salvador nos dias 13 a 16 de agosto o XXII Congresso Brasileiro de Hipertensão e XX Congresso da Sociedade Interamericana de Hipertensão reunindo os mais renomados especialistas do mundo sobre hipertensão arterial, onde foi discutido novas diretrizes para tratamento de hipertensos idosos americanos e como elas podem ser aplicadas a realidade da população hipertensa do Brasil.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, houve importantes alterações no que diz respeito as metas e tratamento da doença, como uma maior tolerância nos níveis de controle da pressão para idosos e idosos diabéticos. "A diretriz mostrou um posicionamento mais conservador com os hipertensos, onde cada caso é avaliado individualmente e a meta aceitável é um nível de pressão abaixo de 140/90 mmHg ou ", explica Dra. Frida Plavnik, diretora científica da SBH. Segundo ela, está é mudança importante que precisa ser amplamente discutida, já que atualmente cerca de 50% dos idosos no Brasil são hipertensos.
Fica estabelecido que o  limite para o inicio do tratamento farmacológico para pacientes idosos acima de 60 anos subiu para 150/90 mmHg em detrimento ao anterior que era 14/90 mHg, pois tratar o paciente em um nível mais baixo não traz beneficio adicional além da perda da qualidade de vida e maior efeitos colaterais.
Segundo levantamento da Organização Mundial de Saúde a hipertensão Arterial é responsável por 9,4 milhões de morte no mundo, 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25%  de casos de insuficiência renal terminal, e atinge cerca de 30% da população brasileira.