segunda-feira, 3 de junho de 2013

A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NO AVC

A presença do Fisioterapeuta junto ao paciente vítima de AVC é fundamental, por mais que o paciente ainda esteja internado em UTI (unidade de terapia intensiva), desde que o mesmo já esteja estabilizado. A fisioterapia destina-se a minimizar as seqüelas decorrentes do AVC e recuperar o máximo possível das funções perdidas, estimulando assim, a neuroplasticidade.
Além do que a quantidade de sessões de fisioterapia, mais importante é a qualidade da realização destas sessões. Um tratamento mais específico, focado na prevenção de deformidades e restauração das habilidades perdidas, que são necessárias para a realização de atividades básicas da vida diária estão em primeiro plano.
            E sempre é válido lembrar, que a reabilitação bem-sucedida depende não somente das sessões de terapia, mas também do que acontece ao paciente durante as horas restantes do dia e da noite.
Por melhor realizada que seja a terapia, se durante o resto do tempo o paciente se movimentar com padrões anormais de movimento, as seqüelas aumentarão e a maior parte do que ele recuperar será perdida e não será incorporada para sua reabilitação.
É mais satisfatório e mais fácil para todos os envolvidos que o conceito de reabilitação precoce seja adotado logo após o AVC. Entretanto, o paciente que chegar na fase tardia também poderá alcançar o que foi perdido, porém, exigirá mais tempo porque simplesmente terá outros hábitos estabelecidos, dos quais podem ser difíceis de mudar (como sentar, levantar ou pegar um copo).
A neuroplasticidade é essencial para a reabilitação de paciente portadores de AVC. Baseado nisso, recomendamos sempre a terapia com profissionais especializados em Neurologia ou Conceito Neruroevolutivo Bobath.
Fonte:
www.abcdasaude.com.br

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